Arquivo de 2012

17
mai
2012

O destino do meu intercâmbio: Austrália – Visto

G`day mate! How you going?

Capitão James Cook é o nome do primeiro estrangeiro a pisar na terra dos cangurus, sem visto mesmo, chegou mostrando a força bruta para aborígenes e que quem mandava no mundo naquela época era a Europa, nesse caso a coroa britânica.

Agora, se você não é o capitão e sim um cidadão brasileiro, infelizmente será  necessário solicitar o visto para entrar na Austrália, não importa para qual finalidade, até mesmo para visitar o país por um curto período, esse processo se faz necessário.

Há vários tipos de vistos, como o mais “simples” de turista e até investidor (quem realmente tem uma boa grana para investir no país) passando por estudante e uma infinidade de outros. As exigências mudam entre eles incluindo documentação, questionários, valores, fotografias, exames médicos, entre outros fatores não menos importantes.

Se eu for especificar todos os tipos de vistos e citar o que é necessário para cada um deles, esse post se transformará em um livro. Por isso vou citar os mais procurados e o que é necessário, se você estiver procurando algo mais específico pode dar uma olhada no site da imigração australiana ou aqui.

Turista

Esse visto é especial para quem quer apenas visitar o país nas ferias ou então estudar por até 3 meses. É necessário dizer desde já que esse visto apesar de ser o mais barato e o mais fácil de ser adquirido, ele não permite trabalhar na Australia. Mas é interessante para quem não tem a intenção de ficar por um período maior do que um trimestre.

Estudante

Para quem quer estudar mais de 3 meses em território Australiano e ainda ter a permissão para trabalhar legalmente. Esse é também o visto mais procurado pelos brasileiros.
É obrigatório estar matriculado em algum curso, de inglês, técnico, graduação, etc, tem que ter até 80% de presença na escola e só é permitido trabalhar até 20 horas semanais. Então nem pensar em faltar as aulas para ir trabalhar, você corre um sério risco de ser deportado. E não é brincadeira, tenho amigos que voltaram para o Brasil em 2 ou 3 dias, deportados por ter uma frequência  abaixo dos 80%.

Dependente

Se você é casado ou tem uma união estável (não é casado porém pode provar que está com uma pessoa por mais de 12 meses), poderá entrar no país estudando e trabalhando até 20 horas enquanto seu companheiro(a), estuda e ainda trabalha também. Você terá o direito de estudar por no máximo 3 meses, depois desse período, só trabalhando mesmo.

Todos os vistos possuem várias exigências diferentes, mas basicamente o que eles querem é que você prove que tem vínculos com o país de origem, e poderá se manter se por acaso não conseguir um emprego, ou seja, se está estudando, trabalhando e no caso financeiro, terá que provar se tem pelo menos AU$ 1500 (R$ 2925)por mês que for permanecer no país, por exemplo, se for ficar 6 meses, terá que comprovar que tem em conta (própria ou de um familiar próximo) pelo menos AU$ 9000 (R$17.552).

Renovação de visto

Para renovar o visto, é bem mais tranquilo e menos burocrático, continua sendo necessário comprovar que possui os AU$ 1500(R$ 2925), mas não precisa mais tanta papelada, o que vai ser realmente importante é mostrar que está matrículado em uma escola.

Como disse mais acima, há uma infinidade de possibilidades, aqui é apenas uma introdução, se precisar de mais informações, me mande um e-mail ou então entre no site da imigração australiana, lá poderá encontrar solução para todas as suas dúvidas.

See you here!

Ufa Will, quanta burocracia ehh e pensar que tem gente que reclama do processo irlandês, que é um dos mais práticos do mercado. But, let´s move on… o Will já contou porque escolheu a Austrália, como tem aprendido novas profissões nessa vida de expatriado e agora, coming next…como é se manter na terra dos bichinhos saltitantes…será regime de fome ou da para ter uma vida mais ou menos como estudante? Mas essas perguntas o Will responde aqui na próxima semana. See ya!! 

Para acompanhar os dois primeiros textos da série: O Destino doMeu Intercâmbio, Austrália, clique aqui e aqui.

16
mai
2012

E-Dublin 4 anos! Você conseguiu conquistar todos os seus objetivos na Irlanda?

 

E ai Jonathas, você chegou lá?

 By Jonathas Couto

Olá

Galera do E-dublin, eu vejo Dublin como um local mágico onde eu mudei completamente minha vida.

Alcancei todos os meus objetivos como falar inglês, conheci 24 paises, fiz amizades incríveis que nunca vou esquecer e mais do que tudo isso junto, conheci a mulher da minha vida uma espanhola linda com quem estou morando junto agora na argentina. Tive uma [otima decisão de ir para Irlanda, pais mágico e que faz a historia da minha vida muito mais bonita.

Um abraço a todos do E-dublin, por fazer parte desse sonho.

atenciosamente,
Jonathas

E se você quiser repensar no que te fez chegar até aqui…ainda dá tempo. Quais os seus objetivos com o Intercâmbio?

O “E-Dublin 4 anos! Você conseguiu conquistar todos os seus objetivos na Irlanda?” faz parte das comemorações dos 4 anos do E-Dublin e vai contar nas próximas quartas-feiras com depoimentos de brasileiros que moraram ou ainda moram na Irlanda, suas conquistas e se conseguiram cumprir todos os objetivos que se propuseram antes de começar o intercâmbio!

16
mai
2012

Contagem regressiva!!! 4 anos do E-Dublin com Kid Vinil

Let’s countdown!!!

Como assim para que galera? Falta menos de quinze dias para a nossa super festa de 4 anos, com nada mais nada menos que Kid Vinil, lançamento do novo site, várias novidades, muitos sorteios, incluindo esse iPod ai em cima e claro, como não poderia faltar: VOCÊ como convidado especial.

Se você ainda não sabe como participar do sorteio do iPod, a hora é agora. Entre na nossa página especial dos 4 anos, deixe seu depoimento e avise a família, amigos, inimigos e até o papagaio da vizinha para curtir no Facebook, se o seu depoimento ficar entre os dez mais votados (like/curtir) o iPod pode ser seu!

E corre porque quinze dias passa voando. Para adquirir a camiseta da festa é só preencher o formulário abaixo!!! E vamos agitar, porque não é todo dia que a gente conta com o Kid Vinil em plena Ilha da Esmeralda!

14
mai
2012

Um pouco de política – Referendo: sim ou não?

Você já deve ter observado os cartazes espalhados pelas cidades irlandesas com mensagens de VOTE YES (vote sim) ou VOTE NO (vote não). O voto é para o referendo que será realizado na Irlanda no dia 31 de maio. A população vai decidir se aprova ou não o pacto fiscal da União Europeia (UE) que torna mais rígidas as regras orçamentárias para os países da Zona do Euro.

Parece simples, mas na verdade a história é bem mais complicada. O tratado, mais uma tentativa da UE de colocar a Europa novamente nos eixos, enfrenta muita polêmica. Basicamente a regra é que os países não podem ter um déficit (a diferença entre o que o país gasta e arrecada) superior a 3% do valor do próprio PIB, sob pena de não ter acesso a ajuda financeira e ainda ter seu orçamento controlado pela União Europeia, fora as multas. O pacto também estipula uma colaboração de cada integrante da Zona do Euro para um fundo emergencial.

Campanhas nas ruas Foto: Elaine Nunes

As dúvidas são várias: países como Irlanda, Portugal e Espanha vão conseguir honrar o compromisso? E se não conseguirem? Os governos vão ter que aumentar impostos e cortar mais benefícios para cumprir o pacto fiscal? Quem vai ser responsável pela administração do fundo emergencial? Se a Irlanda votar “não” pode ser excluída da UE? Quais seriam as reais consequências de um “não”?

Por que um referendo?

A legislação irlandesa tem uma cláusula que exige consulta pública para que sejam feitas alterações na constituição. Quando o tratado foi redigido, a UE bem que tentou formular o texto de uma forma que pudesse ser aprovado pelo governo irlandês sem referendo, ouseja, que não alterasse a constituição. Não teve jeito! O primeiro-ministro irlandês, Enda Kenny, optou pelo referendo.

E no passado…

A Irlanda e seus referendos já são velhos conhecidos da União Europeia. Em 2001 foi o tratado de Nice e em 2008 o tratado de Lisboa, ambos com regras gerais sobre o funcionamento da União. Nestes dois casos a Irlanda também fez consulta popular antes de aderir aos acordos.

O histórico do Tratado de Lisboa é cheio de polêmica, porque os irlandeses votaram “não” em 2008. Em 2009 o governo achou que o povo merecia “mais uma chance” e fez a consulta outra vez, depois de negociar algumas alterações. Na segunda tentativa, o povo irlandês votou “sim” e o acordo pôde finalmente entrar em vigor.

Novidades e turbulências

A expectativa sobre o voto da Irlanda é grande, mas divide os holofotes com o resultado das eleições na Grécia e na França. O novo presidente Francês tem falado em reduzir a austeridade, o que poderia provocar alterações no tratado. E na Grécia, a instabilidade política e a chance de um “calote” preocupam outros países da UE.

Enquanto a situação não chega a um desfecho, as campanhas pelo “sim” e pelo “não” continuam aqui na Irlanda. E você? Já fez sua aposta para o resultado do referendo?