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8
set
2010

Brasileiros trabalhando com Rickshaw, mas o que é Richshaw?

O Leandro Pereira do Esquiss fez uma matéria interessantíssima sobre os Richshaws. Muita gente nem sabia que Rickshaw existia e muito menos que os Brasileiros dominam esse emprego na Irlanda.

“Fala galera!

Meu nome é Leandro Silvério, sou Engenheiro no Brasil e aqui na Irlanda sou Operador de Rickshaw! Hoje vou mostrar pra vocês um pouco mais sobre este, que pra mim é um dos trabalhos mais estranhos que temos por aqui!

Bom, antes de mais nada, o que é esse tal de Rickshaw? Basicamente, é um meio de transporte de tração humana em que uma pessoa puxa uma carroça de duas rodas onde acomodam-se mais uma, duas, três ou quatro pessoas! De fato, quanto mais gente você levar, melhor, pois o pagamento será maior. Porém não se esqueça que lotar o carrinho significa quadruplicar seu esforço, o que exige muito mais preparo físico e disposição!

Na Irlanda, este trabalho se concentra em uma avenida chamada Grafton Street, fica perto do Stephens Green Park, um dos parques mais famosos da cidade. Por que ali? Nós, Rickshaws, nos concentramos na Grafton pois esta avenida é onde estão as melhores baladas de Dublin, ou seja, depois da farra a galera tem o costume de pegar uma “lift” (Carona) com agente até algum lugar para comer ou mesmo pra pegar um taxi.

O trabalho é duro, mas tem seu lado bom. As amizades que você faz no Rickshaw serão provávelmente as melhores que terá por aqui, as histórias, as conversas na noite, você vê de tudo neste trabalho! Além da oportunidade de desenvolver seu Inglês pois convenhamos, quem entende um Irish falando bêbado depois da balada, entende qualquer coisa!

Entrei em contato com o pessoal do E-dublin pois fiz um vídeo que mostra o depoimento de alguns amigos que trabalham por aqui, tem de tudo: Engenheiro, Professor, Piloto, Psicólogo, etc… Vale a pena conferir pois mostra um pouco mais sobre como é a realidade dos brasileiros que deixam muita coisa no nosso país em busca de um sonho. Rickshaw pra mim é uma lição de humildade, uma pessoa que trabalha neste serviço esta preparada para qualquer outro desafio no Brasil, experiência pra toda vida e história que deixarão saudade!

Então é isso pessoal, dêem uma olhada no vídeo e se quiserem ser Operadores de Rickshaw, preparem as pernas pra correr! Correr atrás não apenas dos Euros, mas também do Inglês, de seus objetivos e metas para que no final possa finalmente alcançar e realizar seus sonhos!

Um abraço,

Leandro Silvério”

7
jul
2010

Problemas no trabalho: Caso Knights Catering

É, ser garçon não é fácil. Principalmente se tratando de um garçon de eventos, pois como não existe uma rotina, um padrão, você acaba ficando ainda mais dependente do que os gerentes combinaram com o cliente.

Vou tentar ser breve nas etapas.

Etapa 1 – O encontro.

Primeiro me mandaram um e-mail falando para se encontrar em uma estação do metro daqui. Eu não sabia onde era. Dias depois, ela me ligou e disse para eu ir para última estação do metro, e eles me buscariam lá.

Ok. 7:15 da manhã, como o combinado, estava na última estação do metro, mas… não tinha ninguem lá. Então liguei para a Gerente. Ela ligou para o irmão dela (também gerente da empresa), e me retornou.

- Eles estão na outra estação. Vai até lá encontra-los!

Aquela coisa toda, comprei o bilhete de metro. Entrei no trêm e fiquei esperando ele sair assistindo a contagem regressiva no monitor do metro: 5, 4, 2 , 1 minutos… Atrasado! Foi quando meu telefone tocou!

- Homer, espere ai mesmo onde você está que vamos te buscar.

Sai correndo do trêm com medo das portas fecharem. Logo que saí elas fecharam e o trêm, já atrasado, saiu.

Minutos depois eles chegaram, e pegaram eu e mais duas meninas que tinham sido mandadas para aquela estação. Iniciamos nossa viagem de 3:30 para o interior da Irlanda.

Etapa 2 – “Eu nunca abriria uma empresa familiar”

Eram 4 carros indo. Eu, felizmente, fui de carona com o cozinheiro e mais uma brasileira. O cara era bem simpático e já inclusive havia namorado uma brasileira (trambiqueira) e visitado o país. Mas isso é outra história

3 horas e meia de viagem. Haja assunto para três desconhecidos. No meio dos tantos assuntos, descobri que a Knights Catering era essencialmente uma empresa familiar. O cozinheiro chefe era um irmão, a gerente administrativa era a irmã, a auxiliar de cozinha era a mãe, e o pai era o diretor.

Bom, a princípio essa poderia ser uma informação indiferente que poderia ser ignorada. Mas no meio da conversa eu fiz que questão de salientar que eu NUNCA abriria uma empresa familiar. Apenas uma opinião pessoal, baseada na minha experiencia na Anhembi Morumbi, que mesmo depois de 30 anos de história de sucesso e uma carteira de alunos invejável, tinha problemas administrativos por questões familiares.

Etapa 3 – Servindo a refeição

Simples assim:

  1. Tirar o pedido;
  2. Cada mesa tinha 11 ou 12 pessoas, e éramos 6 garçons. Cada garçon pega 2 pratos e serve-se uma mesa por vez

Seria simples se a gerente não tivesse complicado. Quiz colocar pressa onde não havia e bagunçou toda a entrega dos pratos. Em vez de esperar todos voltarem a cozinha para distribuir os pratos e dizer que mesa deveria recebe-los, cada garçon que chegava recebia os pratos e já tinha que sair correndo de volta para as mesas. Por que a pressa? Não sei, eram 9 mesas apenas, se fizesse organizado duraria 5 minutos e sem erros. Demoramos 10 e fizemos várias viagens desnecessárias por levar pratos errados.

Depois desse momento de maior transtorno, tudo ficou mais tranquilo. Exceto pelo clima entre os membros da família.

Etapa 4 – O drama da volta para casa

21:30. Tudo terminado. Todas as coisas dentro do furgão, todos trocados. Tudo pronto para sair.

Exceto por um saco de lixo, que caiu na minha mão para jogar no lixo em algum lugar. “Onde é a lixeira?”…. Alguém diz: “Ah, deve ser pra lá”.

Então fui pra “lá”. E “lá” estava a irmã gerente em seu carro (eu deveria voltar de carona com ela), eu perguntei:

- Onde eu jogo lixo?
- Não vai trazer isso pro meu carro né?

Eu não entendi bem a resposta no começo, mas tudo bem. Voltei com o saco de lixo. Ai o irmão colocou o saco no vagão e estávamos prontos para partir.

Quando chegasse de volta em Dublin, eu iria pegar carona com uma das meninas que trabalharam de garconete. Portando, fazia sentido que viajássemos de volta para Dublin no mesmo carro.

No tempo de eu falar isso para ela e pedir para uma outra pessoa ir de carona com irmã gerente, a mesma, irmã gerente, pára com o carro um pouco mais abaixo me chamando para ir logo para o carro.

Olhei pra um lado, quando olhei de volta para a irmã gerente ela já tinha ido.

Detalhe. Eram 3 carros. sendo que: A mãe ia para outro lugar em Dublin, e no furgão só caberia mais 2 pessoas.

Nessa situação, ficamos 3 pessoas para voltar no furgão, que no caso só caberia 2.

O irmão ligou para a irmã.

- Irmã, volte! Não tem espaco pra todo mundo.
- Não vou voltar p%- Não vou voltar p%$&$ nenhuma! – telefone ligado no viva voz do furgão.
amp;$ nenhuma! – telefone ligado no viva voz do furgão.
- Irmã, volte. A gente precisa que você volte – disse o irmão com uma calma invejável!
- Não vou voltar! Ele não quis ficar enrolando? Agora deixa ela aí!
- Volta agora, você precisa voltar.
- Não vou voltar, deixa ele aí…

Tu…tu…tu….

Desligou o telefone.

Final da história, como os três que sobraram iam voltar juntos quando chegassem em Dublin, fomos todos no carro da mãe. Dessa forma, só um desviaria seu caminho para nos deixar em algum lugar.

No caminho de volta, a mãe reclamou da filha. Falando que ela não tinha experiência e tal.

Moral da história:
Se para ser um profissional você precisa ser profissionalista, para se trabalhar em família você tem que ser 10 vezes mais. Imagina se não tivesse mesmo espaço para 3? Fazer uma viagem de 3 horas e meia espremidos, sem cinto, etc…

Artigo originalmente publicado no dia 16 de agosto de 2008 em www.homerocarmona.com.

9
mai
2010

Mundo Afora (Mundo Adentro) – DNI ou DNA?

DNI ou DNA?

Irene é minha companheira de trabalho, do turno da tarde. Irene deve ter uns 20 e poucos anos. Irene nasceu e cresceu na Colômbia. Sua mãe é de lá. Mas morando aqui Irene é uma… sudaca. Esse é o termo pejorativo que os espanhóis utilizam para se referir aos indivíduos provenientes de suas ex-colônias do sul d’América. Em castelhano: Sudamérica. Daí sudaca.

São os sudacas que aqui normalmente limpam as privadas onde os outros defecam e os pratos onde todos cuspimos. Mas Irene é uma sudaca especial. Ela atende hóspedes internacionais na recepção de um albergue no centro da cidade, Barcelona. Atende hóspedes e faz check-ins. Faz check-ins and check-outs.

Irene é uma sudaca especial também porque seu pai é daqui, Barcelona, capital da Catalunha. O pai de Irene migrou para a ex-colônia Colômbia durante os anos de ditadura franquista, aliás, bem piores e mais longos que os nossos de ditadura “cirquista”…

Sendo assim, enfim, Irene é portadora de cidadania espanhola. Irene, portanto, está legalmente apta a viver, morar, circular e trabalhar em qualquer um dos 25 países que compõem este big-burg pós-contemporâneo. O muro caiu, mas outros, institucionais-burocrático-legais, foram levantados, altíssimos. A moeda? Uma só. Forte. Canhões foram substituídos por oficiais de alfândega mirándote feo. Welcome to… União Européia.

Unidos?

Ontem à noite, depois do trabalho, Irene caminhava pelas Ramblas com o namorado Bryan, americano do Texas. Bryan já leva algum tempo aqui. E ao contrário de Irene, Bryan não tem ascendência européia, apesar de ser branco, alto, loiro, olhos azuis, bem educado, culto, bem alimentado, bem vestido, enfim “bonitinho”… Bryan, portanto, não tem os mesmos direitos civis que Irene, de ir-e-vir. Bryan não tem cidadania européia. Teoricamente não poderia estar aqui, a não ser sob o status de visitante ou estudante, gastando livremente seus dólares, isso pode, mas com data marcada pra sair. Entretanto, Bryan mora aqui. Bryan mora aqui e tem trabalho.

Naquela noite, Bryan levava à mão uma lata de cerveja aberta. Irene não bebia. Caminhava apenas. Caminhavam em direção à casa de Bryan. Em algum momento um polícia se aproxima de Bryan e informa que ele não poderia estar bebendo álcool ali, em local público, ao ar livre, nas Ramblas ainda por cima, a maior vitrine da Espanha… Bryan apologizes. O polícia pede documentação, o que Bryan imediatamente informa “não tenho”, em inglês ou em castelhano carregado de texano. O polícia se dirige à Irene e igualmente lhe pede documentação. Irene lhe apresenta e, sob petição, lhe entrega seu DNI español. Documento Nacional De Identificación.

Quem não mora aqui não sabe, nem os europeus sabem, mas a Espanha só existe como Estado. Estado e reino. A Espanha não é uma nação, pois está formada por pessoas, povos, gente cujos sentimentos não apresentam a… “convicção de um querer viver coletivo” (wikipedia.com), isto é, separatistas. Os catalães são mais diplomáticos. Os bascos, terroristas. E os galegos vão na onda. Sendo assim, o poder central Madrid (também casa dos reis católicos, patrocinadores oficiais de grandes descobertas continentais e, atualmente, prestáveis inauguradores de museus quando a agenda do primeiro-ministro está cheia…), comete um erro sócio-político-terminológico explícito, embora sutil, ao batizar o documento real-estatal de… “nacional”. Que o Senhor esteja convosco.

Mas isso é assunto para outra discussão…

O polícia lhes pede que o acompanhem. E vão até a delegacia mais próxima. Lá, e durante todo o percurso, Irene fica sem a posse de seu DNI, o qual segue em mãos do agente. Ao chegar à delegacia, após argumentação infrutífera com a personificação armada do Estado real, isto é, o polícia, e sem entender o que se passava, Irene tensiona-se, exaltada: “Pero ¿qué pasa? Me puede decir ¿qué pasa? O que eu fiz! Poderia devolver meu DNI, por favor?” O polícia lhe diz à queima-roupa, straightfowardly: “A senhorita se crê espanhola apenas porque possui isto?”, indicando-lhe o cartão de papel plastificado, material do qual é feito o tal DNI. Irene é estrangeira pela boca, pelo sotaque da ex-colônia, colombiano-sudaca, indefectível. Não há DNI que disfarce.

Irene, agora criticamente tensa, arranca seu DNI da mão do polícia. No mesmo instante Bryan é levado para fora daquela sala. “Pra uma cela talvez?”, imaginei. Irene permanece ali, ela, aquele policial, e outros três mais rodeando-a.

Três mais?

Julgando o ato de Irene um desacato à autoridade, o polícia responde com um abuso de autoridade sub-bárbaro: pega Irene pelo cabelo, longos rastas, puxa-a em sua direção, e lhe dá um tapa na cara.

Irene imediatamente rebate dando-lhe outro.

Estava formado o episódio.

Todo o resto da história e sua conclusão eu não sei. Não consegui continuar prestando atenção… Irene nos contava hoje, chorando, inconsolada, e com medo de sair à rua… Exame de corpo de delito pra quê? Um tapa na cara não deixa marcas. E que provas? E Bryan?

Bryan não havia sido levado pra cela alguma. Apenas para uma sala de espera ao lado.

Sala de espera?

Irene, portanto, não possui testemunhas, a não ser os três outros policiais que a cerceavam.

Câmeras? Não. Nunca houve “grandes irmãos” em salas de tortura…

Bryan não viu nada do que se passou com Irene e nem sequer chegou a ser multado por infringir a nova “Lei de Ordenança Civil” do novo prefeito, que proíbe as pessoas de irem nuas na sua pelas ruas e de tomarem cerveja pelas Ramblas, e calles, e outros becos mais. Ao contrário de Gabrielito, um outro companheiro meu de trabalho, ajudante de limpeza, desses que limpam o chão por onde as pessoas pisam… Boliviano, traços inca, pele parda, cabelo grosso preto. Em 2007, Gabrielito foi pego pela polícia na mesmíssima Rambla. Dormiu aquela noite no xadrez e recebeu uma “carta-convite” para “retirar-se” do reino, ou Estado, mas definitivamente não-nação. Gabrielito, ao contrário de Irene, não tinha “papeles en regla”, isto é, documentação em dia. Todos os seus dias eram noites. Estava ilegal no país, assim como Bryan…

Parece-me, então, que “papeles en regla” ou passaportes capa cor vinho, letras douradas e emblemas do rei já não garantem mais o acesso. Mais importante que o DNI ficou o DNA. Portar uma cara “limpa”. Está acima da lei. É isso?

Lei?

Sendo assim, estou trocando meu passaporte europeu por uma lata de cerveja. Aberta… Inglês eu já falo. Posso até forçar um acento texano. Ou californiano. Melhor: nova yorkino…

Bonitinho eu já sou…………………….

Adriano Barchese
Barcelona, janeiro 2010

2
set
2009

Fique de Olho! Criando, inventando, buscando, vislumbrando oportunidades…

Confesso que estava escrevendo outro post, parei para escrever este. Eu estava conversando com uma amiga E-Dubliner e me veio a inspiração para escrever sobre isto, idéia que tinha desde quando cheguei aqui.

Antes de colocar o ponto, acho que vale aqui uma comparação. Ao andar pelas ruas de Dublin e entrar em mercadinhos, photocopiadoras, bazares, lojinhas é possível notar de forma relativamente assídua coreanos, indianos, mauricius (da Ilhas Mauricio) trabalhando como auditores, coordenadores, gerentes de loja, etc, ou seja, um passo adianta na humilde carreira de caixa, estoquista, floor staff, etc. Não tenho notado brasileiros na mesma situação, e então fica a pergunta: se estamos aqui sob a mesma condição de visto que eles, por que eles conseguem estes empregos e nós não?

Bom, ao meu ver, a resposta é simples: paciência (a tão famosa), com uma dose insistência ou persistência, chamem como quiserem. O que quero dizer é que vejo brasileiros pulando de emprego para emprego, comemorando os 50 centavos a mais por hora que vai receber e as 3 horas a mais por semana que vai trabalhar, mas ninguém, ou quase ninguém investindo no longo prazo. Obviamente vai do objetivo de cada um, mas muitas e muitas pessoas acabam ficando por aqui mais de 1 ano, e é tempo suficiente para galgar uma posição melhor no trabalho, vou citar 2 exemplos ficticíos (infelizmente não conheco ninguem que sucedeu nisso, mas certamente há, e se não há, é por falta de tentativa).

Imagine-se faxineiro… você pensa: “preciso de algo melhor”. Tudo bem, pode ser. Mas todo faxineiro tem um chefe, por que não tentar virar chefe dos faxineiros? Se eu tivesse conseguido um trabalho de cleaner com certeza eu tentaria, eu tenho capacidade de sobra pra isso e não é difícil provar.

Ainda imaginando faxineiro, mas desta vez trabalhando em um escritório. Por que não tentar se aproximar das pessoas e galgar uma vafa de office-boy, recepcionista ou qualquer outra coisa?

Agora imagine-se caixa do Spar Por que não investir em se tornar auditor, coodernador ou gerente da loja? Não é preciso fazer nada de muito diferente para ser notado neste tipo de trabalho, todos estão lá para fazer o mínimo para apenas receber o salário e voltar para casa. Dar idéias, sugerir mudanças, melhorar pequenos processos diários. Por que não? Não dá grande trabalho e pode render bons frutos.

Um exemplo real, é de uma amiga minha, que tinha experiência com Comercio Exterior, e foi chamada para ser Au Pair por uma gerente do HSBC. Oportunidade? Acho que qualquer um consegue responder essa…

Existem algumas posições que são mais dificeis de imaginar este tipo de crescimento, porém acho que vale a pena sempre ficar de olho, as oportunidades as vezes estão mais próximas do que imaginamos, e ficamos buscando ela sempre em outros jardins, mas os nossos jardins podem dar bons frutos também. Seja trabalhando em uma grande empresa, servindo sanduíches no McDonald’s ou atendendo no caixa de um mercado ou whatever…

Publicado em 09/03/09