Posts com tag ‘Bélgica’

7
abr
2010

Entrevista com o Social Traveler

Hoe gaat het E-Dubliners?

Saindo mais uma entrevista do forno pra vocês! Dessa vez falei com Bjorn, o Social Traveler. Assista a entrevista e entenda o porquê do nome Social Traveler, quantas estátuas tem em Dublin,  porque você não deve ir pra Bruges na Bélgica e saiba como ganhar uma Leffe!

Ah, e se quiser enviar seu desafio, o Social Traveler está no Facebook e Twitter, pra quem quiser seguí-lo, seguem os links:
facebook.com/thesocialtraveler
twitter.com/social_traveler

20
set
2008

Pra onde ir! Bélgica (Parte 2)

Continuando nossa história na Bélgica, que teve como cenário principal Bruxelas, em sua parte 1.

Chegamos finalmente de volta ao nosso hostel, Sleep Well, que realmente era muito bom! Quarto limpo, roupa de cama limpa, sem muvuca, banheiro limpo, corredor cheroso e com música ambiente. Um ambiente muito agradável na recepção e área comum. As paredes com uns desenhos muito legais. Oferece café da manhã (não comemos, não sei se é bom), e esta otimamente localizado! Recomendo fortemente, custou 22 euros no sábado e 17,50 no domingo (segunda noite é mais barata).

No dia seguinte colocamos nossos celulares pra despertar as 9:30 para tomar café da manhã, mas cometemos duas gafes: uma que lá é uma hora a mais, e a segunda, o café era só até as 9h. Perdemos o café, mas não perdemos a alegria, corremos para a estação de trêm para irmos para Bruges.

Compramos nossas passagens de trem, 13 euros, ida e volta. Faltavam menos de 10 minutos para o embarque, e não conseguiamos achar o portão. Fomos até o guiche de informações.

- Parle voux ingles?
- Yes!
- Where’s the departure to Brugge?
- Look on the wall! (com cara de brava olhando pra baixo)
- But where’s the gate?
- Gate 8!
- But where’s gate 8?
- Look at the wall!

Não conseguimos a informação. Atendente foi estúpida e não fez o nem mínimo, que era justificar o salário dela de guichê de informações. Enfim, corremos pra um lado, pro outro, até aque achamos o tal do portão 8, já era hora do embarque. O trêm atrasou cerca de 15 minutos, mas mesmo assim, minha raiva da atendente não passou!

Cerca de uma hora de viagem, chegamos a Bruges. Compramos o mapinha, 50 cents, fomos andar pela cidade que tem uns 5 pontos turístico. Chegamos a praça principal a chuva começou a cair, chegou então a hora de comer e esperar a chuva passar!
Acima, vocês veem o restaurante em que almocamos, Hotel Restaurante Central. Era 14 euros, entrada, prato e um sorvetinho de sobremesa. Eu fiz uma escolha infeliz, sopa de entrada, carne (de panela, no caso) de prato principal. O Edu pediu um mexilhão com queijo de entrada, e coelho de prato principal. Gostoso, mas nada excepcional como em Edinburgo. E nos cobraram 5 euros em um copo de Coca-cola.

Depois de termos nosso almoço fomos fazer o Sight-Seeing. Paga-se 5 euros para subir na torre do sino no prédio central da cidade. No topo do prédio, por causa da espessura da parede, e das grades de seguranca, não é possível ter uma vista tão legal. Mas por cinco euros vale a pena subir os 366 degraus e ver a torre por dentro e a vista da cidade. Vejam abaixo a vista de dentro (do topo de de um anda intermediário) e de fora da torre, respectivamente.



Depois disso, demos mais uma volta pela cidade. Não achamos nada de muito fascinante a não ser…


e voltamos pra Bruxelas.

Fizemos a coisa certa! Chegamos no final da tarde em Bruxelas e logo mais iríamos dormir, pois o ônibus para o aeroporto sairia as 4:30 da manhã, e não teríamos muito tempo para descansar.

Mas antes disso passamos no Beer Festival para experimentar a última cerveja. Sabor banana, muito boa por sinal. Jantamos mais uma vez em um restaurante grego, que tinha o padrão idêntico ao anterior. Vimos a noite cair no centro, enquanto o festival era desmontado, certamente um dos momentos em que a cidade ficou mais bonita.

Caminhando de volta para o hostel, vimos o prédio colorido de novo e fizemos alguns registros.


Chegamos ao hostel e dormimos. As 3 horas acordamos, as 3:30 saímos. Pegamos o ônibus, que nos custou 22 euros, ida e volta. E chegamos seguros ao aeroporto.

Viagem fantástica mais uma vez, demos sorte de pegar o festival de cerveja. Conhecemos bastante gente, vimos lugares muito bonitos, principalmente em Bruxelas. Aconselho ir para Bruges também, mas não para ficar mais do que 2 ou 3 horas, não tem muito o que ver e fazer. Ouvimos falar de uma cidade chamada Gents, disseram ser maior e mais interessante que Bruges, talvez seja uma alternativa, só indo para saber. A conclusão para mim é que a Bélgica é definitivamente um destino a se conhecer, programem suas viagens e aproveitem a boa cerveja e chocolate da cidade. Quem for em setembro, se lembre de ver qual será o fim de semana da cerveja.

16
set
2008

Para onde ir! Bélgica (Parte 1)

Mais um fim de semana sensacional pela Europa. Dessa vez o destino foi a Bélgica, onde passamos dois dias. No primeiro, ficamos em Bruxelas mesmo, onde desembarcamos, e no segundo dia fomos para Bruges. A história foi tão boa que vou até dividir em dois posts.

Bom, voamos barato mais uma vez pela Ryanair, e por conta da chuva chegamos um pouco mais tarde do que o programado (não é só Congonhas que atrasa porque o tempo está ruim hehe). Desembarcamos por volta das 11:30, e as 12:30 já estávamos na cidade.

A primeira impressão foi bem ruim, o ônibus parou atrás de uma estação de trem onde tinham algumas pessoas mal vestidas, a rua estava meio suja e tinha uma ponte grande que deixava o ambiente “escuro”. Começamos a caminhar em direção ao nosso hostel, para chegar lá mudamos um pouco o caminho para passarmos no centro. É fácil notar quando se chegou no centro, e a região central é realmente muito bonita.

Os primeiros sinais de “centro” foram um cara dançando com uma alegoria em uma esquina onde uma banda tocava. Do outro lado da rua havia uma loja de chocolate e o famoso Manneken Piss, um símbolo belga (abaixo).

Manneken Piss

Ruas do centro

Continuamos caminhando até que finalmente chegamos ao coração da cidade. Uma “praça” cercada de prédios lindos. E no meio, o mais interessante: Belgian Beer Weekend. Havia começado no dia anterior (sexta-feira), e era um festival com grandes marcas de cervejas belgas com preços entre 2 e 5 euros, e uma variedade enorme: cerveja de pessego, frutas vermelhas, pilsen, trigo, escura etc. Tenho certeza que até os “anti-álcool” poderiam encontrar uma cerveja a seu gosto, haviam pelo menos umas 20 marcas de cerveja (e eu não conhecia nenhuma delas).

Fomos até o hostel e antes de voltar para o festival de cerveja fomos dar uma volta pela cidade, fizemos alguns registros pra vocês.

Depois da volta pela cidade, voltamos ao local principal, o festival de cerveja. Vejam no vídeo abaixo nossa experiência com as cervejas belgas.

Quando já estávamos na última cerveja, começamos a brindar com todo mundo. Foi quando conhecemos dois brasileiros, radicados em Strasburgo/Franca, e na sequência um grupo de alemãs. Batemos papo até a hora que elas tiveram que ir embora.

Eram mais de 21h, precisávamos ir ao banheiro(cerveja né?) e comer. Comemos num restaurante grego, muito bom: churrasquinho grego, saladas, batata. Eu não entendi porque tinha tanto restaurante grego, um do lado do outro, ao lado da praça central. Eu aconselho fortemente que experimentem um destes pratos, muito bom e vem MUITA comida, alimenta um casal ou duas meninas, mas não dois trogloditas.

Chegou a hora da balada. Ao lado do hostel tinha um prédio que “piscava” colorido durante a noite (abaixo). Estavamos ouvindo um som alto ao longe, achamos que ela de lá, mas não era. Na procura, encontramos 2 canadenses e uma francesa que estavam no mesmo barco, procurando a música. Descobrimos que era uma festa no topo do shopping ao lado do hostel. Parecia bem legal, gente bonita, porém, 24 euricos. Abandonamos a missão, e a francesa, que mora em Bruxelas há pouco mais de 1 mês nos levou para um bar. O bar era mais ou menos, tocava algumas músicas latinas. Foi legal apenas pelo papo e dança.

Conhecemos também no bar, as últimas pessoas do dia, quatro universitárias bruxelenses. Batemos papo, aprendemos um pouco mais sobre a cultura delas, apenas uma delas falava um inglês bom, mas todas se comunicavam, bem ou mal. Andamos um pouco pela rua, e voltamos para o hostel quase 3:30 da manhã.

Coloquei abaixo um video resumo do que foi esse primeiro dia. Acho que dá pra ver bem o clima do festival. (Reparem em nossos olhos e olheiras de quem acordou as 4 da manhã pra pegar o vôo).

Nos próximos dias vamos postas sobre o segunda dia em Bruges e também sobre o hostel. Mais fotos e vídeos da viagem em nossos perfis do orkut e youtube, Homero Carmona e Edu Giansante.