Posts com tag ‘Destino Europa’

27
jun
2011

Pra Onde Ir! Alemanha, Nuremberg e Erlanger

Bem bem bem, estava eu tranqüilo trabalhando quando me disseram que haveria um projeto na Europa, que legal não? Bom, muito legal (mesmo com os seus “porénsâ€), mas a parte mais legal era que dessa vez íamos à Alemanha e Inglaterra, entretanto, não a Berlin ou Londres, mas sim a Nuremberg e Leeds.

Bom, alguns me contaram, mas eu não acreditava, viajar pela empresa nem sempre se pode tomar um tempo (às vezes nem no fim de semana) para dar aquela voltinha tranqüila, principalmente quando o tempo é curto, como foi em Nuremberg que só passei duas noites. Por sorte, uma das noites foi a de sexta-feira para sábado, e assim como em Bruxelas e Edimburgo, a sorte me encontrou perdido pela Europa… logo mais vocês vão entender!
Vamos de forma cronológica… O começo do “projeto†foi dado em Praga, reunindo clientes da Alemanha, Reino Unido, Republica Tcheca e Eslováquia (agradeço todo dia por ter este tipo de oportunidade pessoal e profissional), e não por acaso, o alemão, vivia próximo a Nuremberg e foi de carro a Praga… O que eu não esperava era que ele me oferecesse uma carona… Sabendo que alemão não fala por falar, eu só falei “If there is no hassle for you, I accept, thank you very much!â€. Pronto, minha viagem a Nuremberg começou fantástica!

Um alemão com três filhos (a mim pareceu esquisito, achava que eles tinham um ou dois, no mááááximo). Fomos falando de coisas aleatórias: copa, segunda guerra, e.coli, carros, cultura dos países etc. Via autobahn, chegamos aos 180km/h no seu Touran.

Carro do Alemão, Touran!

Depois de sairmos as 15:30, aproximadamente as 18:15 estávamos em Nuremberg onde encontrei um colega espanhol da empresa e fomos andar pela cidade e janta (viva o verão, tudo claro até as 22h).

A caminhada não foi longa, apenas o suficiente para encontrar um lugar para comer, passando pelo centro da cidade. Na primeira oportunidade, a única coisa realmente alemã que comi foi a sobremesa: umas rodelas de maça crocantes com sorvete de creme… eu que não gosto de doces de maçã, adorei… by the way, não me perguntem o nome, mas o restaurante era o Burggafenkeller (http://www.burggrafenkeller.de/), recomendo.

Sobremesa Alemã

Sobremesa Alemã

Após a refeição – e três noites muito mal dormidas, voltamos ao hotel, onde dormi um tanto, mas não tanto quanto realmente precisava.
No dia seguinte, visita ao cliente (aquele da carona), reunião o dia todo. A parte boa foi o almoço, em um restaurante Tailandês (de garçom chinês), não pela comida, mas pelo assunto. Nos falaram de um festival que estava começando exatamente naquela sexta-feira (eis a parte da sorte), que era uma Octoberfest local, e incluso, que no dia seguinte estariam por lá. Pedi para escreverem o nome no meu celular, claro, era impossível entender o nome da festa, Erlanger Bergkirchweih, sendo Erlanger o nome da cidadezinha. Ao acessar o site (http://www.der-berg-ruft.de/), a boa surpresa: tudo em alemão! Maravilhoso, estávamos realmente indo a um evento local, freqüentado por locais, a emoção foi tanta que quase escorreu uma lágrima do meu olho direito, mas eu segurei.

Para confirmar a confiabilidade de que o evento seria legal, perguntamos a alguém mais jovem, o recepcionista do hotel. Ele falou tão tão empolgado que parecia que ia sair de trás do balcão para ir com a gente naquele minuto, sério!

Antes da saída para o evento, mais uma caminhada pelo centro da cidade, que mais que surpreendentemente é muitíssimo bonito. Não consigo citar nada em específico, mas o ambiente, as construções, o meu estado de espírito, fizeram o lugar ficar maravilhoso e me fez pensar o quanto ainda há de Europa para explorar indo para o interior dos países, já que no meu caso, fora a Irlanda, nos outros países me ative as capitais: Roma, Paris, Amsterdã, Bruxelas/Bruges, Praga etc. Para ficar melhor, prefiro colocar algumas fotinhos.

Para nos prepararmos para festa, um lanchinho na rua, o tradicional de Nuremberg (o cliente alemão já havia dito) Drei im Weggla em uma barriquinha de rua. Um pão parecido com francês e três salsichas (pequeninas,, em que se podia adicionar mostarda ou katchup, só. Delicioso, por sinal! =o)

Drei im Weggla - Fonte: Blog Life holy7mbk

Drei im Weggla - Fonte: Blog Life holy7mbk

Eu e o meu

Eu e o meu Drei im Weggla

 

Depois do desjejum, podemos ir à festa. Um trenzinho que custou 3,60 euros e que nos fez o traslado em menos de meia hora ao quase vilarejo de Erlanger.

Erlanger - Alemanha 1

Erlanger - Alemanha 1

Erlanger - Alemanha 2

Erlanger - Alemanha 2

Mais uns 10 minutos de caminhada, seguindo o fluxo e chegamos a tal Erlanger Bergkirchweih.

Erlanger Berg

Erlanger Berg

Ficamos por ali cerca de 2 a 3 horas, caminhando pela festa junina alemã, participando da sua cultura:

• Indo em brinquedos “radicaisâ€

Uhu, foca animal!

Uhu, foca animal!

 

• Passeando pelas barracas de jogos, comidas etc.

Erlanger Berg

Erlanger Berg

• Vendo o povo vestido a caráter (acima também)

• E claro, tomando nossa pequena cervejinha! =o)

Erlanger Berg

Erlanger Berg

Eram 23h quando pegamos um lanche e fomos embora. Havia muitas barracas fechando e uma quantidade enorme de pessoas indo embora, seja para casa, para estação de trem ou para outras baladas, já que a cidade é cheia de universitários. Paras os mais animados e possibilitados, certamente a noite da sexta-feira, a primeira do evento, reservou boas aventuras, assim como as seguintes. A mim, que viajava a trabalho, restou voltar para hotel para arrumar as coisas, já que faria check-out às 5 da manhã para seguir ao próximo destino, Leeds…

30
set
2009

Pra Onde Ir! Barcelona

Para começar, vamos falar os 10 motivos para desembarcar em Barcelona antes do verão acabar!

1° Você se sentirá no Brasil, ou melhor, em pleno verão nordestino com o sol que beira os 30°C.

2° Ter a oportunidade de descansar um pouco do inglês e por em prática o famoso portuñol, castellano ou qualquer coisa parecido com isso.

3° Usar aquela regata, shorts e havaianas, que você insistiu em trazer na mala na esperança de usar em algum momento. Meu amigo a hora é essa! Em Barcelona ou você usa ou derrete!!! (aliás, usa e derrete do mesmo jeito =o)

4° Esquecer a balada com hora marcada, comum na Irlanda, e se lançar sem medo nas baladinhas ultramodernas non-stop de Barcelona.

5° Lembrar que algum dia você estudou sobre Modernismo, mas que é muito mais gostoso entender o que foi esse movimento percorrendo os cartões postais da cidade, como o Templo da Sagrada Família, Casa Milá e o Parque Güell, obras de Antoni Gaudí.

6° Se fartar de Tapas, umas das delícias da culinária catalã, provando todas as variações que você ver pela frente. Mas cuidado com o bolso, essa brincadeira é deliciosa, mas pode sair caro!

7° Ir à praia, pegar um bronze, tirar aquela soneca deitado na areia e recordar que existe sol, sombra e água fresca além dos limites da Irlanda.

8° Andar pela La Rambla, a rua mais badalada da cidade, e perceber que aquele cantinho de Barcelona parece um circo a céu aberto, com platéia de todas as partes do mundo.

9° Curtir o ventinho batendo da face sem medo que ser indício de chuva.

10° Aproveitar o astral descompromissado dos catalãos, acordar tarde, se deixar levar pelos dias de holidays e só se lembrar que nossa realidade é bem outra, na hora de entrar no voo de volta.

Benvinguda la Barcelona!!!! Esse é o pacotão Barcelona em 10 dicas rápidas. Mas a capital da Cataluña tem muito mais coisas bacanas para oferecer. Os barceloneses são apaixonantes, mas tem fama de mal humorados, justificado principalmente pela rivalidade com a capital espanhola Madri, e pela forma enfática de não se considerarem espanhóis (vai entender), fazendo questão, por exemplo, do seu idioma próprio, o catalão.

A vida cultural de Barcelona é intensa e você não precisará gastar muitos euros para curtir a cidade. A maioria dos cartões postais estão impressos nas fachadas dos edifícios, a exemplo da Casa Batlló e a Casa Milá, ambas no Passeig de Gràcia. Você pode simplesmente sentar e observar as fabulosas formas animais, folhas, flores e figuras decorativas, que os arquitetos e escultores modernistas impunham como uma nova forma de arte no final do século XIX.


Outro ponto turístico imperdível e gratis é o Parque Güell. Lá você vai circular pelas obras curiosas de Gaudí e ainda ter uma vista privilegiada da cidade. Mas prepare fôlego e use algo confortável nos pés, a subidinha até chegar ao parque é indescente e considerando o sol intenso, o passeio pode se tornar uma tortura.

Ainda na listinha do bom e barato, o passeio pelo Bairro Gótico é essencial. Pense em mais de 400 delírios artísticos e arquitetônicos reunidos no mesmo bairro. Pensou? Então é hora de ver isso de perto. Uma boa pedida é iniciar o roteiro pela Catedral de Barcelona. Esqueça religião. A catedral que começou a ser construída no século 12, e só foi concluída muitos séculos depois é um dos exemplos do estilo gótico, que alías como o próprio nome do bairro sugere, marca muitas ruas do bairro. Vale a pena, principalmente pelos shows abertos que acontecem aos domingos, nos arredores da catedral.


Night time!!!Não faz idéia para onde ir? Experimente caminhar pela La Rambla no início da noite, em qualquer dia da semana. Em 20 minutos no máximo, você terá umas 10 filipetas de diferentes baladas para escolher. Tem de tudo, para todas as tribos e gostos e o melhor, em Barcelona aquele velho ditado: “a noite é uma criançaâ€, é levado às últimas consequências. Meninas cuidado!!! As baladinhas GLS costumam ser as mais animadas, mas ao contrário do que estamos acostumadas, por lá quem paga somos nós, e caro!

Ficou com vontade? Ainda dá tempo. No calendário o verão europeu termina em meados de setembro. E não esqueça, para não pagar mico no verão catalão leve protetor solar (gente isso é sério), tome muita água, deixe todos os agasalhos em casa e de forma alguma chame um local de espanhol. Seria como chamar um paulista de carioca!

Como se locomover? A pé é a melhor opção. Se cansar compre um bilhete T-10, com direito a 10 viagens by metrô. Mas se você faz a linha do turista preguiçoso ou com tempo curto, vale apelar pelo ônibus turístico, mas se prepare para pagar nada menos que 21 euros por um ticket de um dia.

What´s on in Barcelona? www.barcelonaturisme.com

Quem leva? Ryanair. www.ryanair.com – Aer Lingus www.aerlingus.com – Iberia. www.iberia.com

Onde ficar? Hostel of course. www.hostelworld.com

Quando ir? No verão a cidade fervilha de gente do mundo inteiro. Mas por lá a diversão é garantida o ano inteiro.

Mais algumas fotos para passar vontade! =o)




Texto e fotos: Ãvany França
10
fev
2009

Pra Onde Ir! (A Jornada do Ano Novo) – Zurique

Desta vez, como havíamos decidido dormir em Munique, pegamos o trem as 6 da manhã assim como fizemos quando indo de Praga para Viena.

Chegamos em Zurique, Suiça, cerca de 10:30 da manhã. Já tínhamos pesquisados e sabíamos que a cidade não era muito grande. No dia anterior, o guia em Munique disse que a a cidade parava aos domingos… para nosso azar, o mesmo acontece em Zurique.

Começamos a andar pelas ruas vazias, estava deprimente. Andamos pelas pequenas vielas, fizemos algumas fotos, e logo a fome começou a rondar, mudamos um pouco a rota para andarmos em direção ao Shopping Center.

Saimos a direita da estação, caminhamos por uma rua principal e encontramos o primeiro ponto turístico, a Sternwarte Urania.


Seguimos pelas ruelas cheias de pequenas lojas nos deparando com portas e mais portas fechadas. O passeio estava bacana, mas solitário. Todas as lojas de chocolate fechadas. Vimos mais algumas coisas como Augustiner e Framunter Church.



Além de algumas fontes congeladas pelo caminho.

Chegamos a Burkli Platz que fica em frente ao mar de Zurique. Uma estátua de um touro, uns prédios bonitos, o mar, ou seja, uma bela paisagem!


Nessa alturas a fome estava ficando grande, e resolvemos correr em direção ao Shopping Center sem fazer grandes paradas, imaginando que lá tudo estaria aberto. No caminho, três pontos altos: Arboretum Enge, Bahnhof Enge e a Evangelisch-reformierte Kirche Enge (igreja).


Chegamos finalmente ao shopping. No mapa, pela figura, imaginava-se que era um prédio fenomenal, mas não era… e pra piorar, também estava fechado. Alguns restaurantes (extremamente caros) abertos.

Era mais de meio-dia e procurávamos um restaurante e só encontrávamos lugares extremamente caros (como no shopping). Resolvemos olhar no guia e encontramos um restaurante ótimo, ainda caro, mas que valeu a pena. Era uma praca com vários restaurantes, a Paradeplatz. Era o restaurante tradicional mais barato, e mesmo assim, gastamos cerca de €35 por pessoa, com direito a um excelente prato e sobremesa.

Este era nosso companheiro de mesa. Isso, na Suiça, voce divide mesas com pessoas desconhecidas, mesmo em restaurantes chiques.


Quando saímos, mais uma vez, a cidade parecia ter se transformado. O sol surgiu e só foi embora no fim da tarde. Pessoas apareceram pelas ruas e algumas lojas abriram suas portas. Encontramos uma loja onde compramos nossos chocolates, tão caros, que compramos apenas um tira gosto. €20 por uma caixa com 16 trufinhas (deliciosas, mas pequenininhas).

Atravessamos a ponte para realmente vermos a parte mais bonita da cidade. Que começava pela própria travessia.

De cara caimos na Sechselauten Platz, uma praça simples, enfeitada pelo gelo e pelo sol. Subimos até a estação de trem Stadelhofen, um cenário, diferente, urbano, mas muito bonito.


Ao lado da praça ficava um Opernhaus.

O próximo paradeiro era a Grossmunster, um dos pontos altos para mim pois era hora do sightseeing. Subimos na torre (uma pequena escadaria) e de lá tínhamos uma visão privilegiada da cidade. Custou 1 ou 2 francos.


Quando saímos de lá, começamos a andar para a Universidade que também ficava ao lado de um grande hospital, mal sabíamos nós que a caminhada morro acima nos levaria para um sightseeing ainda mais legal. E a Universade, nem era lá grandes coisas.



Para encerrar os passeios mais uma igreja, a Liebfrauen. Bunitinha, chegamos lá ao cair da noite, cansados, esgotados.

Fomos para a rodoviária, ficamos um tempo descansando lá, mas ainda era muito cedo. Nosso trêm para Frankfurt saía as 22:40. Resolvemos dar uma volta para ver as luzes da cidade.





Conclusão!

Zurique é uma cidadezinha muito bonita, mas extremamente cara. Mais cara que Paris, Londres entre outras famosas pelo alto custo.

A visita a cidade foi legal, mas acredito que para Zurique é necessário ir com outra mentalidade. A cidade em si não oferece grandes atrativos, pelo que vimos nos guias tudo fica ao redor da cidade: os passeios nas montanhas, teleféricos, estações de esqui, entre outros passeios, e cada um deles custam os olhos da cara e mais um pouquinho. Seria necessário um bom dinheiro e pelos menos uns 5 dias para aproveitar as maravilhas de Zurique e dos seus arredores (Suiça como um todo).

Fim da Jornada do Ano Novo…

Apesar de ter comentado que seria melhor ter ficado dois dias em Munique do que 1 em cada (Zurique e Munique), aproveitamos muito a viagem. Foi extremamente cansativo mas nada que comprometesse a diversão e alegria da viagem. Usamos o Inter Rail e foi bem válido, acredito que foi um ótimo negócio, um dinheiro muito bem investido.

De todas as 4 cidades que passamos, eu voltaria para todas. Viena para um passeio romantico, Praga no verão, Munique para conhecer a noite e as pessoas e Zurique para esbanjar a furtura que um dia eu vou ter (assim espero).

4
fev
2009

Pra Onde Ir! (A Jornada do Ano Novo) – Munique

Finalmente chegamos a terceira parada, desta vez voltando para um para um país por onde já havíamos passado, a Alemanha, mas na outra ocasião, Berlin.

Minha primeira idéia de Munique era “das cidades que vamos passar é a que menos me interessa”. Talvez porque já tinha ido para outra cidade na Alemanha, talvez fosse só porque a cidade não é conhecida por outra coisa a não ser pela Oktoberfest.

Como pegamos o trêm noturno chegamos bem cedo a cidade, tão cedo que nem havia amanhecido: 6 da manhã. Como tinhamos ticket da Inter Rail, resolvemos pegar um trêm para uma cidade próxima, e depois voltar, apenas para dormir duas horinhas a mais. Fomos para Augsburg, e voltamos no primeiro trêm, 20 minutos depois. Chegamos de volta a Munique as 8 e decidimos que passaríamos a noite por lá, para descansar apropriadamente. Tínhamos pesquisado previamente alguns possíveis albergues próximos a estação de trem. Ficamos no Wombat, 2 minutos da estação, ótimo, limpo, com um bar muito legal no subsolo e chuveiro, nosso principal desejo, sensacional.

No hostel descobrimos que haveria uma caminhada gratuita pela cidade as 11h. Como ainda era cerca de 9:30, decidimos dar uma volta na região e depois voltar para acompanhar a caminhada organizada pelo hostel.

O mapa indicava alguns pontos turísticos próximo ao hostel, mas não achamos nada de muito espetacular. Apenas a neve dava um clima e uma beleza diferente para o passeio.


Quando voltamos ao hostel tivemos uma grata surpresa, haviam muitas pessoas para acompanhar a caminhada, muitas mais do que imaginávamos. Logo no começo, a surpresa “desagradável”, caminhada turística era gratuita e paga pelo hostel, mas o guia “exigia” uma gorgeta e chegou a sugerir valor de €10. Ele parecia bom, acompanhamos os primeiros 10 minutos, mas logo desistimos, era muito falatório sobre assuntos não tão interessantes e pouca preocupação em ver de fato as coisas.

A nossa separação foi logo no primeiro ponto turístico, pelo qual ele estava passando direto sem que pudéssemos sequer tirar uma foto. Acho que fizemos as coisa certa… Karlsplatz e Karlsgate abaixo.

Seguimos por este portal (acima) que era um antigo divisor da cidade, e entramos em uma rua comercial que contava com algumas esculturas e decorações. Logo avistamos a igreja de St Michel. Magnifíca.


Continuamos até a Our Lady Cathedral (Catedral de Nossa Senhora), que por fora era bonita, mas por dentro, bem comum.


Chegamos a Marienplatz onde fica o New Munich Town Hall. Havia uma pequena multidão a torre, olhando para cima onde estava o relógio. Era quase meio dia e resolvemos esperar para ver o que estava acontecendo. Ao meio-dia os sinos tocam uma “música”, e os bonequinhos que ficam nas janelas andam. Nada espetacular, mas uma atração turística. A praça é muito bonita e movimentada.


Logo ao lado fica a Perterplatz, a qual, apesar do seu inúmeros prédios históricos (Old Town Hall, St. Peter Church e Holy Ghost Church) é bacana por conta dos seus mercadinhos de rua, seus açougues tradicionais onde você pode comer um sanduíche de mortadela.


Fizemos nosso roteiro daí para frente mirando o Surf Break. Vimos algumas coisas que estavam no mapa, nada muito diferente do que já tínhamos visto.


Chegamos a avenida do Surf Break. A avenida / parque são muito bonitos, mas o Surf Break não tem nada de impressionante, mas, é impressionante imaginar que alguém surfa naquele lugar. É um rio que tem uma “onda” que nunca acaba, e as pessoas surfam ali, no dia, ninguém estava surfando, talvez por causa do clima… surfar com -5 C não deve ser muito legal.


Os próximos destinos ficavam mais afastados e dependíamos do metrô e a estação mais próxima era a Lehel. Em frente, Convent Church of St Anna.


Chegamos, a um dos locais mais esperados por mim, fã incondicional de carros, o Museu da BMW (confesso que prefiro Mercedes-Benz, mas BMW me agrada também =o).

Já do lado de fora o museu é impressionante, a arquitetura é simplesmente sensacional. Dentro, existe a área aberta a visitação (gratuita) que já tem coisas interessantes para ver, mas a arquitetura realmente roubou a cena.


E quando se sai do outro lado, tem uma ponte que leva para outra parte do museu. De lá, a vista do prédio é ainda mais sensacional.

E o conjunto como um todo.


Na sequência / nas proximidades estava o Centro Olímpico, que tinha algumas contruções bonitas como o estádio, ginásio e as piscinas Olímpicas. Mas o que mais chamou a atenção das crianças (nós e crianças patinadoras) foi o “Olympic Sea”, por uma única razão: ele estava completamente congelado.

Na hora de voltar, perdemos muito tempo seguindo placas que não los levaram a nenhuma estação de metrô como prometiam. Pegamos um bonde e voltamos para o hostel. Encontramos um brasileiro que estava há 5 dias na cidade e estava maravilhado, apaixonado pelo lugar. Ele tinha 18 anos, mas aparentava, pelos seus jeitos e papos, 25 ou mais. Em partes graças a experiêcia sensacional de passar um tempo no exterior.

Fomos jantar com ele em um restaurante típico próximo ao hostel. Pagamos barato e comemos bem. Cerca de 9 euros para um belo prato + bebida no Augustiner Brau Munchen, cervejaria tradicional da cidade. Assim como outras coisas, os preços lá são bem razoáveis.

Conclusão!

Cara%#o, que cidade animal. Não sei o que ela tem, mas ela parece sensacional, é mais um caso de cidade com alma! O aperitivo de um dia foi realmente para quebrar minha idéia de que a cidade não tinha nada de muito especial fora o Oktoberfest. Os poucos papos que tivemos por lá foi possível descobrir que a noite de lá é super agitada e as pessoas tendem a ser abertas (experiencia ouvida, não vivida desta vez).

Foi uma pena passar só um dia na cidade, olhando o mapa turístico parecem ter ficado enúmeras coisas para trás, como museus (que não de quadros, mas de máquinas), edificações e parques. Se pudesse escolher agora, teria ficado 2 dias lá em vez de ter seguido para Zurique, que também é linda, mas, o motivo do desejo de trocar vocês vão saber só no próximo artigo sobre a Jornada do Ano Novo.