2011
Pra Onde Ir! Alemanha, Nuremberg e Erlanger
Bem bem bem, estava eu tranqüilo trabalhando quando me disseram que haveria um projeto na Europa, que legal não? Bom, muito legal (mesmo com os seus “porénsâ€), mas a parte mais legal era que dessa vez Ãamos à Alemanha e Inglaterra, entretanto, não a Berlin ou Londres, mas sim a Nuremberg e Leeds.
Bom, alguns me contaram, mas eu não acreditava, viajar pela empresa nem sempre se pode tomar um tempo (à s vezes nem no fim de semana) para dar aquela voltinha tranqüila, principalmente quando o tempo é curto, como foi em Nuremberg que só passei duas noites. Por sorte, uma das noites foi a de sexta-feira para sábado, e assim como em Bruxelas e Edimburgo, a sorte me encontrou perdido pela Europa… logo mais vocês vão entender!
Vamos de forma cronológica… O começo do “projeto†foi dado em Praga, reunindo clientes da Alemanha, Reino Unido, Republica Tcheca e Eslováquia (agradeço todo dia por ter este tipo de oportunidade pessoal e profissional), e não por acaso, o alemão, vivia próximo a Nuremberg e foi de carro a Praga… O que eu não esperava era que ele me oferecesse uma carona… Sabendo que alemão não fala por falar, eu só falei “If there is no hassle for you, I accept, thank you very much!â€. Pronto, minha viagem a Nuremberg começou fantástica!
Um alemão com três filhos (a mim pareceu esquisito, achava que eles tinham um ou dois, no mááááximo). Fomos falando de coisas aleatórias: copa, segunda guerra, e.coli, carros, cultura dos paÃses etc. Via autobahn, chegamos aos 180km/h no seu Touran.
Depois de sairmos as 15:30, aproximadamente as 18:15 estávamos em Nuremberg onde encontrei um colega espanhol da empresa e fomos andar pela cidade e janta (viva o verão, tudo claro até as 22h).
A caminhada não foi longa, apenas o suficiente para encontrar um lugar para comer, passando pelo centro da cidade. Na primeira oportunidade, a única coisa realmente alemã que comi foi a sobremesa: umas rodelas de maça crocantes com sorvete de creme… eu que não gosto de doces de maçã, adorei… by the way, não me perguntem o nome, mas o restaurante era o Burggafenkeller (http://www.burggrafenkeller.de/), recomendo.
Após a refeição – e três noites muito mal dormidas, voltamos ao hotel, onde dormi um tanto, mas não tanto quanto realmente precisava.
No dia seguinte, visita ao cliente (aquele da carona), reunião o dia todo. A parte boa foi o almoço, em um restaurante Tailandês (de garçom chinês), não pela comida, mas pelo assunto. Nos falaram de um festival que estava começando exatamente naquela sexta-feira (eis a parte da sorte), que era uma Octoberfest local, e incluso, que no dia seguinte estariam por lá. Pedi para escreverem o nome no meu celular, claro, era impossÃvel entender o nome da festa, Erlanger Bergkirchweih, sendo Erlanger o nome da cidadezinha. Ao acessar o site (http://www.der-berg-ruft.de/), a boa surpresa: tudo em alemão! Maravilhoso, estávamos realmente indo a um evento local, freqüentado por locais, a emoção foi tanta que quase escorreu uma lágrima do meu olho direito, mas eu segurei.
Para confirmar a confiabilidade de que o evento seria legal, perguntamos a alguém mais jovem, o recepcionista do hotel. Ele falou tão tão empolgado que parecia que ia sair de trás do balcão para ir com a gente naquele minuto, sério!
Antes da saÃda para o evento, mais uma caminhada pelo centro da cidade, que mais que surpreendentemente é muitÃssimo bonito. Não consigo citar nada em especÃfico, mas o ambiente, as construções, o meu estado de espÃrito, fizeram o lugar ficar maravilhoso e me fez pensar o quanto ainda há de Europa para explorar indo para o interior dos paÃses, já que no meu caso, fora a Irlanda, nos outros paÃses me ative as capitais: Roma, Paris, Amsterdã, Bruxelas/Bruges, Praga etc. Para ficar melhor, prefiro colocar algumas fotinhos.
Para nos prepararmos para festa, um lanchinho na rua, o tradicional de Nuremberg (o cliente alemão já havia dito) Drei im Weggla em uma barriquinha de rua. Um pão parecido com francês e três salsichas (pequeninas,, em que se podia adicionar mostarda ou katchup, só. Delicioso, por sinal! =o)
Depois do desjejum, podemos ir à festa. Um trenzinho que custou 3,60 euros e que nos fez o traslado em menos de meia hora ao quase vilarejo de Erlanger.
Mais uns 10 minutos de caminhada, seguindo o fluxo e chegamos a tal Erlanger Bergkirchweih.
Ficamos por ali cerca de 2 a 3 horas, caminhando pela festa junina alemã, participando da sua cultura:
• Indo em brinquedos “radicaisâ€
• Passeando pelas barracas de jogos, comidas etc.
• Vendo o povo vestido a caráter (acima também)
• E claro, tomando nossa pequena cervejinha! =o)
Eram 23h quando pegamos um lanche e fomos embora. Havia muitas barracas fechando e uma quantidade enorme de pessoas indo embora, seja para casa, para estação de trem ou para outras baladas, já que a cidade é cheia de universitários. Paras os mais animados e possibilitados, certamente a noite da sexta-feira, a primeira do evento, reservou boas aventuras, assim como as seguintes. A mim, que viajava a trabalho, restou voltar para hotel para arrumar as coisas, já que faria check-out à s 5 da manhã para seguir ao próximo destino, Leeds…






































