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2
nov
2009

Pra Onde Ir! Guinness Storehouse

Eis mais uma “Conte sua História” com a Adriana. Para contar a sua envie e-mail para historiaedublin@gmail.com.
Enjoy!
Se você vai para Dublin ou já está por aí não deixe de conhecer a Guinness Storehouse.

Ah Adriana, mas o que tem lá de tão legal? Hum… na verdade não tem nada de tãoooo legal… Mas é um programa que vale a pena, afinal de contas a Guinness faz parte da história, não só de Dublin, mas da Irlanda, quiçá do mundo. Então porque não conhecer sua antiga fábrica que desde 2000 é o museu da cerveja preta mais famosa do mundo?

O ingresso custa 13,50 euros (11 para estudantes) e dá direito a uma pint de Guinness.

O museu possui 7 andares, vamos dar uma passeada por cada um deles!
No térreo, como não podia deixar de ser, ao lado da entrada/saída há uma loja de produtos Guinness pronta pra fazê-lo cair em tentação… Vamos passar rápido por esta parte! rs
No primeiro você verá uma exposição que mostra os quatro ingredientes necessários para a elaboração da cerveja (cevada, lúpulo, fermento e água) e também a história do chamado 5º ingrediente: seu criador Arthur Guinness e poderá jogar uma moedinha e fazer um pedido a St. Guinness! =oP



No segundo há vídeos sobre cada passo do processo de fabricação da cerveja e o laboratório de degustação, onde como o próprio nome diz, os visitantes experimentam as “diversas” variedades da cerveja.



Em seguida computadores disponíveis pra você mandar um e-mail diretamente da Guinness Storehouse! =oP
As próximas “atrações” são os meios de transporte, engarrafamento, armazenagem da Guinness ao longo do tempo. Muito legal!

Neste andar não deixe de ver o vídeo que mostra como eram construídos os barris, é incrível!



Olha a frase…. clique na foto para aumentar se precisar! =o)


No terceiro podemos viajar pela história da Guinness através das campanhas publicitárias, seus logos (do tucano a atual arca) e assistir aos comerciais que passaram na TV mundo a fora.

Particularmente achei essa parte a mais legal, porque as propagandas da Guinness sempre foram muito criativas… Uma melhor que a outra! =o)

No quarto há uma exposição que leva o visitante a refletir sobre seus hábitos de consumo do álcool com mesas interativas com joguinhos e vídeos (pena que todas as mesas que estavam disponíveis estavam com pau no Windows ou algo do tipo).

O quinto andar conta, através de uma exposição, a história do prédio desde sua construção em 1904 até sua transformação em museu em 2000. Lá está também um mural para você deixar sua marca.


Que tal apreciar a cozinha tradicional irlandesa e aprender a tirar uma pint de Guinness com direito a certificado e tudo!? No sexto andar você pode fazer isso e ainda ver uma exposição com a obra de John Gilroy o responsável pelas campanhas da Guinness de 1930 a 1960.


E eis que chega a melhor hora!
No último andar está o Gravity Bar aonde você pode apreciar uma vista panorâmica da cidade enquanto saboreia uma Pint de Guinness.


Conclusão

Se está em Dublin, não volte antes de ir! Mas não vá esperando grandes coisas, aí quem sabe você pode se surpreender com a visita. Destaques pro Gravity Bar, sua vista panorâmica e as propagandas da Guinness ao longo da história, e claro, o vídeo que mostra como se faz um barril! =o)

Telefone+353 (0)1 408 4800
Email:guinness-storehouse@guinness.com
Website:www.guinness-storehouse.com
Endereço: GUINNESS® STOREHOUSE, St. Jame’s Gate, Dublin City Area South, County Dublin, Dublin 8, Republic of Ireland

Abraço,
Adriana

30
set
2009

Pra Onde Ir! Barcelona

Para começar, vamos falar os 10 motivos para desembarcar em Barcelona antes do verão acabar!

1° Você se sentirá no Brasil, ou melhor, em pleno verão nordestino com o sol que beira os 30°C.

2° Ter a oportunidade de descansar um pouco do inglês e por em prática o famoso portuñol, castellano ou qualquer coisa parecido com isso.

3° Usar aquela regata, shorts e havaianas, que você insistiu em trazer na mala na esperança de usar em algum momento. Meu amigo a hora é essa! Em Barcelona ou você usa ou derrete!!! (aliás, usa e derrete do mesmo jeito =o)

4° Esquecer a balada com hora marcada, comum na Irlanda, e se lançar sem medo nas baladinhas ultramodernas non-stop de Barcelona.

5° Lembrar que algum dia você estudou sobre Modernismo, mas que é muito mais gostoso entender o que foi esse movimento percorrendo os cartões postais da cidade, como o Templo da Sagrada Família, Casa Milá e o Parque Güell, obras de Antoni Gaudí.

6° Se fartar de Tapas, umas das delícias da culinária catalã, provando todas as variações que você ver pela frente. Mas cuidado com o bolso, essa brincadeira é deliciosa, mas pode sair caro!

7° Ir à praia, pegar um bronze, tirar aquela soneca deitado na areia e recordar que existe sol, sombra e água fresca além dos limites da Irlanda.

8° Andar pela La Rambla, a rua mais badalada da cidade, e perceber que aquele cantinho de Barcelona parece um circo a céu aberto, com platéia de todas as partes do mundo.

9° Curtir o ventinho batendo da face sem medo que ser indício de chuva.

10° Aproveitar o astral descompromissado dos catalãos, acordar tarde, se deixar levar pelos dias de holidays e só se lembrar que nossa realidade é bem outra, na hora de entrar no voo de volta.

Benvinguda la Barcelona!!!! Esse é o pacotão Barcelona em 10 dicas rápidas. Mas a capital da Cataluña tem muito mais coisas bacanas para oferecer. Os barceloneses são apaixonantes, mas tem fama de mal humorados, justificado principalmente pela rivalidade com a capital espanhola Madri, e pela forma enfática de não se considerarem espanhóis (vai entender), fazendo questão, por exemplo, do seu idioma próprio, o catalão.

A vida cultural de Barcelona é intensa e você não precisará gastar muitos euros para curtir a cidade. A maioria dos cartões postais estão impressos nas fachadas dos edifícios, a exemplo da Casa Batlló e a Casa Milá, ambas no Passeig de Gràcia. Você pode simplesmente sentar e observar as fabulosas formas animais, folhas, flores e figuras decorativas, que os arquitetos e escultores modernistas impunham como uma nova forma de arte no final do século XIX.


Outro ponto turístico imperdível e gratis é o Parque Güell. Lá você vai circular pelas obras curiosas de Gaudí e ainda ter uma vista privilegiada da cidade. Mas prepare fôlego e use algo confortável nos pés, a subidinha até chegar ao parque é indescente e considerando o sol intenso, o passeio pode se tornar uma tortura.

Ainda na listinha do bom e barato, o passeio pelo Bairro Gótico é essencial. Pense em mais de 400 delírios artísticos e arquitetônicos reunidos no mesmo bairro. Pensou? Então é hora de ver isso de perto. Uma boa pedida é iniciar o roteiro pela Catedral de Barcelona. Esqueça religião. A catedral que começou a ser construída no século 12, e só foi concluída muitos séculos depois é um dos exemplos do estilo gótico, que alías como o próprio nome do bairro sugere, marca muitas ruas do bairro. Vale a pena, principalmente pelos shows abertos que acontecem aos domingos, nos arredores da catedral.


Night time!!!Não faz idéia para onde ir? Experimente caminhar pela La Rambla no início da noite, em qualquer dia da semana. Em 20 minutos no máximo, você terá umas 10 filipetas de diferentes baladas para escolher. Tem de tudo, para todas as tribos e gostos e o melhor, em Barcelona aquele velho ditado: “a noite é uma criança”, é levado às últimas consequências. Meninas cuidado!!! As baladinhas GLS costumam ser as mais animadas, mas ao contrário do que estamos acostumadas, por lá quem paga somos nós, e caro!

Ficou com vontade? Ainda dá tempo. No calendário o verão europeu termina em meados de setembro. E não esqueça, para não pagar mico no verão catalão leve protetor solar (gente isso é sério), tome muita água, deixe todos os agasalhos em casa e de forma alguma chame um local de espanhol. Seria como chamar um paulista de carioca!

Como se locomover? A pé é a melhor opção. Se cansar compre um bilhete T-10, com direito a 10 viagens by metrô. Mas se você faz a linha do turista preguiçoso ou com tempo curto, vale apelar pelo ônibus turístico, mas se prepare para pagar nada menos que 21 euros por um ticket de um dia.

What´s on in Barcelona? www.barcelonaturisme.com

Quem leva? Ryanair. www.ryanair.com – Aer Lingus www.aerlingus.com – Iberia. www.iberia.com

Onde ficar? Hostel of course. www.hostelworld.com

Quando ir? No verão a cidade fervilha de gente do mundo inteiro. Mas por lá a diversão é garantida o ano inteiro.

Mais algumas fotos para passar vontade! =o)




Texto e fotos: Ávany França
26
ago
2009

Pra Onde Ir! (Uma Volta Plea Irlanda) – Giant’s Causeway

Mais um dos encantos do interior da Irlanda, ou melhor, da Irlanda do Norte, que só não é Irlanda por causa dos “fuc***g britshes!
Enfim, Giant’s Causeway é pra mim o passeio mais imperdível de toda Irlanda. Claro que não visitei todos, faltaram alguns lugares famosos como o Ring of Kerry em Killarney. Mas pelo tipo de passeio, pelas minhas sensações no lugar, acho que é imbatível. É um passeio diferente para quem está na Europa e se acostuma a ver castelos, construções, museus, estátuas e avenidas famosas, mas pouca beleza natural.
O passeio ao Giant’s Causeway dura um dia, como uma ótima disposição para andar! Você pode fazer o passeio saindo de Derry, ou de Belfast. Derry fica mais perto, mas as pessoas normalmente preferem ir para Belfast porque querem conhecer a “capital rival” de Dublin.


Exibir mapa ampliado


Eu fui para o Giant’s Causeway logo depois enquanto estava em Derry, e foi uma ótima estratégia. Por cerca de 15 libras você compra um ticket de ônibus em que você pode andar o dia todo pela Irlanda do Norte, e vale mais a pena que comprar simplesmente o “return ticket” (ida e volta) pois te dá direito a usar ônibus metropolitanos também.
Os três patetas: Paulistano, o Mineiro e o Australiano estavam no mesmo hostel em Derry e todos queríamos conhecer o famoso Giant’s Causeway.
Apesar do medo constante de que o tempo ia ficar ruim e não conseguiríamos aproveitar, saímos cedinho do hostel e pegamos um dos primeiros ônibus rumo ao Giant’s Causeway. Quando chegamos, o tempo, apesar de nublado, nos convidava ao passeio.
Dentro do “parque”, existe um ônibus que faz uma parte do caminho e te poupa uma boa caminha, mas infelizmente…
A caminhada até as formações rochosas já é bem bonita e vai te deixando em dúvida: ando mais rápido pra ver o que me espera, ou tiro mais uma fotinho? =o)
Quando as primeiras pedras (parecem parelelepipedos ocatagonais) começam a aparecer, a gente começa a se empolgar e tirar fotos rídiculos se achando o rei do Atlântico Norte.
Essa, abaixo, é uma das partes mais incríveis e mais famosos do Causeway. Essa formação rochosa entra dentro do mar, e tem até um pico bem dentro do continente. Andar nessas pedrinhas quandos elas estão molhadas é pedir pra cair de bunda!
Conforme fomos andando, encontramos algumas partes perdidas do gigante… tipo a bota! =o)
O órgão…
e até o próprio gigante!
Depois disso São Pedro deu uma força pra gente e o solzinho (apenas a luz, nada de calor) apareceu mais forte e deixou a paisagem ainda mais sensacional.
Andando mais um pouco, chegamos ao fim da trilha. Não por que Giant’s Causey havia acabado, mas por conta dos ventos, o caminho que antes existi ali desmoronou algumas vezes, e agora a passagem está fechada.
É uma parte sensacional, em quem há uma pequena “baía” cercada por montanhas relativamente altas em forma de C. Quando o vento forte irlandês bate, é difícil até se segurar em pé sem apoiar as mãos no corrimão. O vento uiva, empurra, e a paissagem faz valer a pena…
Para o caminha de volta a entrada resolvemos subir até o topo dos cliffs para uma vista panorâmica. Nada de muito diferente podia ser visto, mas a vista do alto é sensacional. Foi quando eu realmente pensei: “Esta é a Irlanda que tanto falam, e que todo devem visitar”.
A minha frente:
Detalhe: aquele lugar onde o Gigante Mineiro está é bem estreito e ventava forte! Não repitam isso em casa…
E em minhas costas (o papel de parede do Windows)…
Antes irmos embora precisávamos matar nossas lombrigas que estavam nos matando. Logo ao lado da saída do parque, tem um restaurante muito agradável, em que pode comer um Stew servido ao molho de Guinness, com purê de batata. Simplesmente excelente, e a um preço razoável por ser o único restaurante acessível.
Descobrimos que ainda não era hora de ir embora, vendo os cartões postais e lembranças da loja de souvenirs, vimos algumas belas paisagens que no interessamos. A primeira foi a Rope Bridge, que parece sensacional. Uma ponte de cordas (tipo a ponte do rio que cai) entre dois cliffs. Infelizmente no inverno, a ponte fica desativada para turismo.
Mas encontramos outro lugar que nos apeteceu e que resolvemos ir conferir: Dunluce Castle. Pegamos um ônibus até a cidade próxima e depois um taxi que ficou bem barato (algo em torno de 15 euros, 5 para cada). Conseguimos o telefone do taxista na loja de souvenirs.
O dia que já vinha sendo maravilhoso, cheio de belas paisagens. E para finalizar, transcrevo algumas palavras do Gigante Mineiro: “Dunluce Castle é um dos castelos mais legais, ou o mais legal que eu vi na Europa”. Isso por que era um Castelo que não havia sido reformado, e aparentemente nem será. Estima-se que a construção do castelo se deu no século XIII, e tem seu registro mais antigo datado de 1513 (veja mais).
Na verdade são as ruinas do castelo, e a entrada custava 4 euros, e 2 para estudante.
Na entrada, assiste-se um vídeo muito interessante sobre a história do castelo…
Entre outras coisas…
Depois, você está liberado para apreciar o belo castelo, que em grande parte, dispensa comentários…

Canhões…
E mais canhões…
Achou que era de verdade né? Eles também! =o)
A saída para barcos pequenos…
As escadas de acesso.
Ah, quem não é visitante não precisa ser cauteloso então?
E pra finalizar, a varandinha…
Conclusão!

Depois de tantas fotos e adjetivos que coloquei neste artigo, só tem uma coisa que tenho a dizer sobre o Giant’s Causeway e o Dunluce Castle: Imperdível!
10
ago
2009

Pra Onde Ir! (Uma Volta Pela Irlanda) Kilkenny

Na verdade foi antes de Cork, mas o que importa? O que importa é que Kilkenny é uma das cidades turísticas mais famosas da Irlanda. Por que? É uma cidade bonita, tem o seu castelinho legal, uma vida noturna agitadinha e… É isso, padrão da Irlanda, mas vale a visita, a cidade é realmente muito bonita!

Mais uma vez a minha passagem pela cidade foi bem rápida. Cheguei pela manhã, aproveitei o dia, a balada e depois fui-me! A cidade é famosa pela vida noturna (assim como tantas outras na Irlanda), mas por ser inverno a cidade não estava tão movimentada quanto eu esperava!
Na chegada, eu tomei um susto! Como já falamos aqui no E-Dublin, o Bus Eireann passa por diversas cidades e vai indo… Peguei o ônibus de manhã, estava meio dormindo e vi o ônibus saindo da estação de trêm!! Levantei correndo “aqui era pra desembarcar em Kilkenny?” Felizmente era apenas um dos pontos, e o próximo, ficava no centro.
Pela primeira vez eu estava indo a um destino sem ter a reserva do albergue. Com a mochila nas costas saí para procurar. Encrontrei um da International Hosteling que era muito bonito, mas caro! Andei um pouco mais e encontrei o Centro de Informações Turísticas, onde peguei meu mapa e perguntei onde eu poderia encontrar albergues! Me indicaram para ir ao Kilkenny Tourist Hostel, e foi onde eu fiquei. Não era nada espetacular, mas era limpo o suficiente, tinha uma cozinha grande e as pessoas eram legais. Paguei 20 euros/noite.
Joguei minha mala na cama, coloquei o fone de ouvido e saí para passear!
Já tinha pesquisado um pouco e o mapa confirmava: não tinha taaaaaanta coisa para se ver / fazer na cidade, mas precisava fazer primeiro o principal: ver o castelo!
Descendo a rua do albergue eu chegava em um cruzamento bem bagunçado, que para piorar, estava em obras! Na esquina, o castelo.
Para entrar no castelo havia o custo de 6 euros. Li o que havia no meu do castelo e não me interessei. Tirar algumas fotos da faixada e fui conhecer os jardins.
A parte mais bonita fica atrás do castelo, onde você encontra uma fonte, flores, bancos e pode tirar uma boa foto… Do outro lado, caso você tenha tempo, a caminhada é grande, mas vale a pena! Uma das laterais do jardim é ao lado do rio e em meio a um bosque. Quando se está do lado oposto do jardim, a vista do gramado com o castelo ao fundo é bem legal, principalmente em um belo dia de sol como aquele…
Saindo de lá fui almoçar! A lasagna esava ótima mas muito pequena para minha fome naquele momento… Infelizmente a grana era curta e não pude comprar suplementos complementares. =/
Logo ao lado do Pub em que comi, havia uma pequena igrejinha, de St Francis. Bonitinha!
Continuei andando até meu próximo destino, a St Mary’s Cathedral! Mais uma bela igreja na Irlanda… O mais engraçado era que no jardim da igreja, tinha uma estátua da St James, e na praça oposta a igreja, tinha a uma estátua de St Mary. Enfim, quem explica isso…
Andando mais um pouco ao redor dos muros da cidade, cheguei a um mosteiro, The Black Abbey. Bonitinho, mas nada demais para ver.
Depois de uma bela de uma caminhada morro acima, o que deveria ter sido literalmente o ponto alto do passeio não o foi por “condições metereológicas”.
Ao lado da St Canices Catheral há uma torre que deve proporcionar uma bela visão da cidade ao custo de 2 ou 3 euros. Apesar de estar um dia lindo (a 3°C), a administradora da igreja disse que não podia permitir que ninguém subisse por conta das condições climáticas. Fique bem p*to, uma vez que o dia estava maravilhoso, sem vento e tudo mais.
A ingreja é muito bonita, e é cercada de tumbas… exato, além de ser uma igreja, é também um cemitério. Isso deixou os arredores da igreja um pouco mais feio, mas nada que tirasse o encanto do local. Mesmo sem subir na torre era possível observar alguns pontos da cidades
Continuando a caminha pela cidade dos poloneses (a cada esquina você tromba com um), passei pela fábrica da Cerveja Kilkenny / Smitwicks (a melhor da Irlanda, e mais antiga que a Guinness), mas não era permitira a entrada visitantes.
Depois disso resolvi atravessar a ponte. A primeira vista é a do Castelo, e é bem legal.
Seguindo, Encontrei uma igreja cercada por tumbas. Mas ela estava trancada e vazia, só pude tirar fotos por cima do muro.
Depois de muito andar, já perto da estação de trêm de novo, chego a Catedral… opa, essa eu quero que vocês vejam o vídeo abaixa para descobrirem o nome dela…
Além de ser a igreja do ilustríssimo Santo Festeiro, é uma igreja linda!
Depois disso restava andar até a Lacken Walk. Um passeio a beira do rio. Cheio de escadas, plantas subindo as paredes e árvores. Ao lado, os escombros de um edifício antigo. Valeu muito a caminhada, principalmente se você tiver uns minutinhos para relaxar! =o)


A caminha para o albergue era longa! Cheguei de volta, descansei um pouco e banhei… Enquanto preparava a janta, conversei com algumas pessoas e no final fiz duas amigas: uma francesa e uma Neo Zelandesa.
Fomos para um dos poucos Pubs que estavam abertos e que tinham gente dentro. Estava tocando uma bandinha irlandesa ótima! Pouco depois, alguns irlandeses chegaram e começaram a conversar com as minhas recém-amigas. Aproveitei o ensejo e dei uma fugida. Fiquei em frente ao Pub onde dei muita risada com um irlandês bêbado que conversava / xavecava uma norte-americana de Orlando (não, ela não era a Miney).
Fui até outros Pus. Um deles, tradicional, apenas com nativos. Eles ficavam me olhando, não me davam licensa (apenas alguns, uns velhos com cara de mal amados). Entrei em outros lugares e vi que realmente aquele primeiro Pub (que não me lembro o nome =/ ).
Depois de sair, fui dormir decidido a deixar a cidade na manhã seguinte. Era uma sexta-feira e eu já tinha conhecido quase a cidade toda. Além disso, a balada daquela noite não havia sido das melhores. No fim das contas, segui para Cork no primeiro ônibus do dia seguinte, leiam como foi, e vão ver que eu não podia ter feito coisa melhor! =o)
Conclusão
A cidade é muito bonita, porém pequena. Não dispense mais de 1 ou 2 dias por lá, a não ser que você tenha bons motivos pra isso ou queira fazer tudo com muita calma.
A cidade aparentemente tem seu próprio mercado e o turismo é forte por lá no verão. Eu moraria tranquilamente em Kilkenny, mas como bom paulsitano, preferiria algo com mais cara de cidade, como Cork e Dublin (ou até quem sabe, Galway).