Como ingressar em uma universidade irlandesa?

Como ingressar em uma universidade irlandesa?

Elizabeth Gonçalves

1 ano atrás

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Estudar na Irlanda pode ir muito além dos tradicionais cursos de inglês. O leque  de universidades do país é extenso, além de algumas delas estarem presentes nos principais rankings mundiais, como é o caso da Trinity College e a University College Dublin (UCD). Não é a toa que a Irlanda tem se tornado um destino atraente para quem está pensando em investir em um curso superior no exterior.

A famosa biblioteca da Trinity College, em Dublin, que recebe alunos de todo o mundo. Crédito: Delstudio | Dreamstime.com

A famosa biblioteca da Trinity College, em Dublin, que recebe alunos de todo o mundo. Crédito: Delstudio | Dreamstime.com

E se você está pensando em embarcar nessa, mas carrega ainda muitas dúvidas e, sobretudo, receios sobre como funciona o processo para ingressar em uma universidade na terra dos leprechauns, a boa notícia é que pode ser bem mais fácil do que você imagina! O E-Dublin foi em busca de um caso concreto de alguém que passou por esse processo e pode falar com propriedade como fazer para ingressar em uma universidade na Irlanda.

A brasileira Camila Brandão, que estudou fotografia da Griffith College, conta que inicialmente veio ao país com o objetivo de aprimorar o inglês. “Depois de dois anos aqui achei que não faria sentido permanecer na ilha sem acrescentar nada à minha vida. Como sempre gostei muito de arte, vi a possibilidade de estudar fotografia”.

Ela destaca que, na hora de escolher a universidade, levou em consideração o custo-benefício. “A Griffith é uma faculdade muito bem conceituada na Europa e possui um preço mais acessível, com taxas anuais em torno de 9.000 euros para o meu curso no esquema part-time (para estrangeiros)”. Além desse valor, Camila tem gastos apenas com a produção e impressão dos seus trabalhos. Com relação aos equipamentos de fotografia, como lentes, luzes e estúdios, ela ressalta que tudo é fornecido pela universidade.

Para ingressar na instituição, a estudante afirma que o processo foi bem simples. Consistiu basicamente em um teste de proficiência de inglês, realizado na própria sede da Griffith e, após isso, o pagamento da taxa anual. “A universidade foi muito receptiva e continua sendo até hoje”, destaca.

Camila está no segundo ano de fotografia da Griffith Foto: Camila Brandão

Camila cursa fotografia na Griffith. Foto: Camila Brandão

Você deve estar se perguntando se há muitos brasileiros na turma, não é mesmo? Camila conta que no primeiro ano do curso nossos conterrâneos eram apenas quatro. Atualmente, além dela, há somente mais um. O resto da classe é composto por irlandeses, espanhóis, escoceses e poloneses. “Como somos em poucos alunos na turma, tudo é muito personalizado. Acho que essa é uma das grandes diferenças quando comparo o ensino daqui com o brasileiro, já que desde os métodos de avaliação até os tutoriais não somos números para os professores”.

Com relação ao futuro profissional quando retornar no Brasil, a questão ainda é incerta. “Mas, o fato de ter uma graduação no exterior já é um grande diferencial. A fotografia enquanto arte contemporânea tende a crescer e ser mais valorizada. Atualmente, o Brasil está apenas engatinhando nesse sentido”, comenta a estudante.

 

Elizabeth Gonçalves
Elizabeth Gonçalves, Jornalista viciada em cinema, música e literatura. Paulistana, se apaixonou por Dublin, onde mora há cinco anos e sonha em fazer uma viagem de volta ao mundo.

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