Como levar medicação para a Europa?

Como levar medicação para a Europa?

Elaine Wzorek

5 meses atrás

Seguro Viagem

Sabia que é obrigatório ter um seguro viagem para ir pra Europa?

Levar medicamentos é sempre um problema na hora de arrumar as malas para a Europa. Imagina para quem pretende ficar um tempo fora? A medicação controlada é a mais polêmica. Ela pode e deve acompanhar o viajante durante o voo, desde que sejam seguidos alguns cuidados.

Como levar medicamento para a Irlanda. © Robert Kneschke | Dreamstime.com

Como levar medicamento para a Irlanda. © Robert Kneschke | Dreamstime.com

Se você faz uso de qualquer remédio controlado, como ansiolíticos ou medicamentos para asma, é preciso levar receita médica. O mesmo vale para diabéticos, que precisam aplicar insulina. Se o tempo de permanência no país de destino for longo, a recomendação é levar medicação suficiente para toda sua estadia. Com receita, claro.

Preciso levar receitas médicas em inglês?

Os sites da INFRAERO e da ANVISA não têm nenhuma recomendação específica quanto à tradução das receitas. A orientação oficial é de que os medicamentos sejam mantidos na caixa original, acompanhados de receita médica com o nome do paciente (que deve ser confrontado com o nome no cartão de embarque).

Uma pesquisa em órgãos oficiais internacionais mostra que a regra varia de país para país, mas a recomendação de uma receita médica é senso comum. Se você é usuário de medicação contínua e precisa levar remédios para um ano de estadia, não custa pedir ao seu médico uma receita em inglês, certo? Afinal, se você vai carregar tanta coisa, esse documento em inglês pode facilitar — e muito — a sua vida no aeroporto.

Um atestado assinado pelo seu médico também pode ajudar. Crédito: Andrei Rahalski | Dreamstime.com

Um atestado assinado pelo seu médico também pode ajudar. Crédito: Andrei Rahalski | Dreamstime.com

Um atestado também pode ajudar e deve ser descrito de forma simples, alegando que o paciente sofre de determinada doença e necessita de medicação específica. Além disso, ele deve descrever o tipo de medicação e como será ministrada, a fim de justificar os remédios levados.

Como no caso de um diabético, por exemplo, descrever o tipo de diabetes, a medicação e, também, os aparelhos que ajudam no controle e medição. O documento pode ser em português e deve vir assinado pelo médico.

Outros medicamentos

Ainda de acordo com a ANVISA, os medicamentos que não precisam de prescrição médica são colírio, solução fisiológica para lentes de contato etc. Esses itens não podem ultrapassar os 100 ml estabelecidos.

Oficialmente, você precisa de receita, até, para carregar paracetamol e antigripal, já que a ANVISA não explica o que são os “etc”. Mas calma, até hoje nunca ficamos sabendo de alguém que foi deportado por carregar uma caixa de remédio para dor de cabeça!

A regra é mais rígida para os medicamentos controlados ou especiais. Nesse caso, receita na mão!

Se ainda restar alguma dúvida, vale a pena passar no Centro de Orientação ao Viajante. Lá eles vão analisar o seu caso e esclarecer qualquer problema.

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Elaine Wzorek
Elaine Wzorek, Co-fundadora do portal Reinventa Jornalista, brasileira, formada pela Universidade Tuiuti do Paraná, ex-repórter do E-Dublin TV. Em 2011, deixou o Brasil para aperfeiçoar o inglês e realizar mais um sonho: conhecer a Europa. O intercâmbio, em Dublin, deveria durar 6 meses, mas se estendeu por dois anos e mudou sua forma de ver a vida e a profissão.

Imagens via Dreamstime
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