Este site usa cookies para melhorar a experiência do usuário. Ao utilizar o nosso site você concorda com todos os cookies de acordo com nossa Política de cookies/privacidade. Concordo
Conte Sua Historia

Conte Sua História! Irlanda desde criancinha…

postou em 15 set 2009

Agora é assim, toda semana tem a história de alguém! Semana passada foi a Adriana quem contou tudo, que está deixando para ir para a Irlanda! Agora, é a vez da Sakura dizer tudo que está motivando ela a ir, e desde criança!

Aloha!

Então, galera do E-Dublin. Concluí que meu coração já está aí na Irlanda, curtindo tudo que tem que curtir, enquanto eu fico aqui, trabalhando, estudando, juntando dinheiro para viajar.

Pois é, parecendo estranho, desde criança tive uma certa atração pela Irlanda. Não adianta negar, pois eu ficava procurando em meus livros histórias da Irlanda, relacionadas aos celtas e tudo o mais.

O tempo foi passando, cresci, esqueci por um tempo a Irlanda. Isso não nego, esqueci mesmo! Não era momento para ficar encantada com algo que eu nem tinha noção. Até porque eu deveria descobrir outras coisas “mais importantes“.
Até que eu conheci a cantora Enya,as primeiras músicas que ouvi da Enya foram May it Be, Orinoco Flow e Caribbean Blue. A Irlanda começou a voltar em minha vida quando eu conheci o álbum The Celts, vi o clip e o associei às minhas antigas “pesquisas” sobre a Irlanda.

Fiquei encantada, pois eu gostava muito de suas músicas, mas eu nem sabia quem era. Baixei como desesperada as músicas, li tudo que eu podia sobre sua vida. Foi aí que eu descobri que ela era irlandesa.

Tudo bem, poderia ser mera coincidência se não fosse uma verdadeira chuva irlandesa de informações sobre a Irlanda que me reapareceu na vida.Li muitos livros em que havia citações e descrições da Irlanda, como a Bruxa de Portobello. Porém o livro que mais me chamou a atenção foi Trindade, de Leon Uris. Uma edição antiga que me caiu as mãos quando fui a uma feira de livros. Foi o primeiro livro que troquei nessa feira. Fiquei encantada com as descrições e narrações.Não adianta, eu gosto mesmo da Irlanda. Tanto é que houve um evento sobre Irlanda aqui em São Paulo e eu fui à várias palestras, conheci vários restaurantes irlandeses, pessoas ligadas à cultura irlandesa, li livros sobre o assunto.O evento o qual fui esse ano foi o Cara Irlanda, em que houve palestras sobre vários assuntos, principalmente sobre escritores como James Joyce, Yeats, entre outros. Mas minha palestra favorita foi sobre linguagem irlandesa, da tradição dos bardos até os dias de hoje. Conheci o escritor Claudio Crow, cujo site (www.claudiocrow.com.br) tem uma síntese muito interessante sobre a história e cultura irlandesa. Também conheci o Irish Institute (www.irishinstitute.com.br), que tem um site muito interessante e uma biblioteca bem abrangente, apesar de não haver muitos volumes.

Também conheci nessa época (mar/abr 2009) o restaurante irlandês Mulligan, que tornou-se um segundo lar pra mim. Onde eu tomo minha cerveja irlandesa, meu Irish Coffee, e ainda comemoro meu aniversário! Conheci o pub O’Malley’s, onde passei histórias dignas de serem contadas por aí.

E agora estou aqui, sonhando em viajar pra lá. Tenho uma amiga que é hibernófila assim como eu, e me recomendou o E-Dublin. Assino o feed e participo do grupo. E vou coletando todas as informações necessárias para essa viagem.

Acho que tô esquecendo alguma coisa… É muita coisa pra contar. Resolvi guardar todos os episodios e fatos que me aproximaram da Irlanda…

Beijos galera!
Sakura!

Sobre o Autor


Fundador e CEO do E-Dublin, Edu chegou na Irlanda em 2008, no ano pré-crise, pegou a nevasca de 2010 e comeu cérebro de cabra em Marrakesh. O Edu também é baterista da banda Irlandesa Medz.

Veja todos meus outros Posts

Orçamento Fácil

Preencha um formulário e receba orçamento de escolas e agências

Comece agora

E-Dublin: Tudo sobre Intercâmbio


Recentes e populares

Meu Intercâmbio

Intercâmbio: o melhor ano da minha vida

4 meses atrás, por Colaborador E-Dublin
Moradia

Por que eu não voltaria para a Irlanda?

5 meses atrás, por Carol Braziel