Você conhece a história da Irlanda?

Você conhece a história da Irlanda?

Colaborador E-Dublin

4 meses atrás

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Que o turismo histórico é um dos grandes destaques da Ilha Esmeralda já sabemos. Mas o quanto você realmente conhece da história da Irlanda?

Ela é rica em acontecimentos marcantes, repleta de bagagem e identidade própria. Essas são apenas algumas características do panorama que preparamos a seguir. Um roteiro da história da Irlanda para você mergulhar e se surpreender.

Os primeiros habitantes da história da Irlanda

Newgrange é um dos monumentos históricos da Idade da Pedra, construído há 5.200 anos, e parte importante da história da Irlanda. Foto: Pxhere

Entre 8.000 e 7.000 a.C., chegaram os primeiros habitantes da Ilha. Chamados, hoje, de pessoas da Idade da Pedra, eles usavam ferramentas e armas de uma pedra chamada sílex para caça e trabalho agrícola.

Muitas dessas ferramentas sobreviveram ao tempo e foram encontradas por arqueólogos, muitos anos depois.

Nos seus primeiros anos, esse povo viveu ao longo da costa irlandesa e próximo aos rios, já que eram caçadores. Mas foi por volta de 3.500 a.C. que começaram a derrubar florestas para criar terras agrícolas.

O período da história da Irlanda em que esses povos viveram foi muito longo. Por isso, eles são caracterizados de formas diferentes: primeiros povos da Idade da Pedra, povo mesolítico e povo neolítico.

Uma de suas principais características era o respeito pelos mortos, com a criação de grandes túmulos e monumentos enfeitados — alguns tão grandes que são conhecidos como tumbas megalíticas ou “Dolmens”.

Em Glencolmcille (Condado de Donegal), alguns deles ainda podem ser visitados pelos turistas. Entre 4.000 a 2.000 a.C., a população irlandesa tornou-se, prioritariamente de agricultores.

As tribos celtas e sua relação com São Patrício

São Patrício faz parte da história da Irlanda por ser seu padroeiro, mas sua saga na Ilha se mistura aos celtas. Foto: Reprodução

A cultura celta também foi muito impactante para a Irlanda e permanece presente até hoje no país. O primeiro registo dos celtas se deu por volta de 700 a.C., ao norte dos Alpes e ao redor do rio Danúbio, na Europa Central. Ao longo dos anos, eles foram se espalhando pelo leste e oeste da Europa, chegando à Irlanda por volta de 500 a.C.

Não se sabe ao certo por que se tornaram um grupo tão dominante na Ilha, mas chegaram gradualmente por centenas de anos. E, mesmo quando o cristianismo adentrou o país, mais ou menos no século V d.C., a língua celta já era falada por toda a Ilha.

Os símbolos celtas são cheios de significados e sobreviveram por séculos, permanecendo marcantes até hoje na história da Irlanda. Ao redor da Ilha, você pode encontrar montes megalíticos, que entraram para a mitologia celta como “sidhe” ou montes de fadas. Brú na Bóinne, em Newgrange, era considerada a Casa de Aengus, o deus do amor, e continua sendo ponto turístico do país.

Esse povo também utilizava muito a arte com dois propósitos: de forma religiosa ou para a guerra. Na religião, era utilizada para espantar os maus espíritos e reverenciar a natureza. Para a segunda razão, era usada como ornamentação dos instrumentos na hora das batalhas.

A ligação dos celtas com São Patrício também foi muito impactante. Mesmo depois de ter sido sequestrado aos 16 anos, quando conseguiu sair, ele decidiu se dedicar aos estudos como padre e missionário e voltou com a missão de catequizar o povo celta. E ele realmente transformou a crença daquele povo.

O gaélico irlandês

A antiga língua dos irlandeses é o gaélico, ainda presente no dia a dia da Irlanda. Foto: reprodução

Tanto o inglês quanto o gaélico ou “Irish” são línguas oficiais que fazem parte da história da Irlanda.

O “Irish”, também conhecido como gaélico irlandês ou simplesmente gaélico, é um idioma falado como língua mãe da Ilha Verde, predominantemente nas zonas rurais ocidentais. A língua ainda é muito respeitada, ensinada para as crianças nas escolas e está presente também em informações públicas do país.

Ela foi a mais falada até o século XIX. Com a chegada dos ingleses e posterior proibição da coroa inglesa de qualquer manifestação cultural irlandesa, o gaélico foi enfraquecido.

O termo Gaélico Irlandês é mais utilizado como forma de diferenciá-la da língua falada na Escócia. Dependendo do contexto, pode ser confundida, mas esse termo só faz sentido fora do país.

Apesar de serem parecidas, com origem celta, a pronúncia pode ser diferente em determinadas regiões e foi mudando muito com o passar dos anos. Dentro do país, os irlandeses se referem à língua apenas como “Irish”.

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Era Viking: dois séculos de história

Os vikings chegaram à Irlanda por volta de 795 d.C, vindos da Escandinávia. Eles passaram cerca de 200 anos na Ilha e deixaram tantas marcas que esse período ficou conhecido como Era Viking. No início, eles permaneciam nos mosteiros e cidades da costa, saqueando e destruindo em ataques que eram seguidos pela construção de fortes e assentamentos.

Com o tempo, foram invadindo o interior e eram temidos por todos, porque matavam qualquer um que entrasse em seu caminho ou os levavam como escravos.

Esse povo perdeu o poder autônomo no final do século X, mas se integrou à sociedade por meio de casamentos e contato próximo com habitantes locais, deixando sua marca no comércio e na cultura irlandesa.

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A Batalha de Clontarf

Batalha de Clontarf pintada por Hugh Frazer, 1826. Créditos: Wikimedia.

Uma das guerras mais importantes para a Irlanda aconteceu em 1014, quando um grande exército Viking foi derrotado, em Clontarf, por Brian Bórú (941 – 1014), considerado o maior rei da Irlanda.

No entanto, enquanto os nórdicos se retiravam da guerra, um de seus líderes matou Brian. E a vitória na Batalha de Clontarf teve impacto direto na história política da Irlanda.

Com ela, o rei assegurou a alta realeza, sobrepujou outros adversários, derrotou a ameaça dinamarquesa e repeliu a invasão viking.

Normandos na história da Irlanda

O povo normando chegou à Irlanda no século XII, dando início a uma luta de 800 anos entre Irlanda e Inglaterra. Entenda.

No século XII, havia muitos clãs na Irlanda. Cada um tinha seu próprio rei, e o mais poderoso era conhecido como o rei supremo. Para chegar a esse patamar, eles lutavam entre si. Tais embates constantes significavam que os reis tinham muitos inimigos. A razão pela qual os normandos vieram pela primeira vez à Irlanda foi, de fato, devido a essa luta.

Em 1169, um grupo de soldados e cavaleiros normandos chegou a Wexford para ajudar o rei irlandês de Leinster a lutar contra seus inimigos e recuperar seu reino. O rei irlandês de Leinster sabia que havia cavaleiros e soldados normandos na Inglaterra e os convidou à Irlanda para ajudá-lo.

Um lorde normando apelidado de Strongbow veio do País de Gales para a Irlanda e ajudou o rei de Leinster a capturar Waterford e Dublin. Mais tarde, Strongbow se casou com a filha de Diarmuid e se tornou o Rei de Leinster, após a morte do sogro.

Em 1170 d.C, os normandos haviam conquistado grande parte do leste da Irlanda. Por volta de 1300, tinham castelos e poder em muitas partes do país.

A plantação de Ulster

Divisão entre Irlanda e Irlanda do Norte é historicamente ligada à plantação de Ulster. Foto: Sjankauskas | Dreamstime.com

A plantação de Ulster dividiu o país do modo como está hoje, com a ocupação britânica ainda presente na Irlanda do Norte.

Desde meados do século XVI, os ingleses gradualmente estenderam seu controle sobre o país. A Irlanda gaélica era uma colcha de retalhos de reinos independentes, cada um governado por um chefe e limitado por um conjunto comum de tradições legais, sociais e religiosas.

O rei Jaime I acreditava que colonizar Ulster acabaria com a rebelião e conquistaria os ‘rudes e bárbaros irlandeses’ para a ‘civilidade’ e o protestantismo.

Colonos e plantadores ingleses e escoceses, leais à Coroa e à religião protestante, receberam grandes extensões de terra. A plantação de Ulster começou no século 17, quando protestantes ingleses e escoceses se estabeleceram em terras confiscadas aos irlandeses gaélicos.

A população aumentou rapidamente à medida que milhares de colonos chegaram com suas famílias. Novas cidades e vilas foram criadas e escolas e indústrias estabelecidas.

Os recém-chegados trouxeram novos sobrenomes e costumes para a Irlanda, e a fé protestante foi introduzida e fortalecida. Mas muitos dirão que os problemas de Ulster começaram com a plantação.

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Quem foi Oliver Cromwell e por que ele é uma das figuras mais odiadas na história da Irlanda?

Odiado pelos irlandeses, Oliver Cromwell massacrou a Irlanda quando assumiu o posto de Lorde Protetor, em 1649. Imagem: Wikipedia

Oliver Cromwell (1599 – 1658) foi uma das figuras mais odiadas da história da Irlanda. Por quê? Ele massacrou e assassinou irlandeses, queimou casas e plantações. Destruiu igrejas católicas e assassinou padres.

Por isso, deixou um rastro de assassinato e destruição em toda a Irlanda. Esse capítulo horrendo da história da Irlanda marcou o embate entre ingleses e irlandeses.

Em 1600, o rei da Inglaterra, Carlos I, vivia em conflito com o parlamento. Isso levou a uma guerra civil em 1642. As pessoas que apoiavam o rei eram chamadas de realistas e as que apoiavam o Parlamento foram chamadas de Parlamentares, lideradas por Oliver Cromwell.

Muitos irlandeses começaram a tomar partido de um ou de outro. Em 1649, a Guerra Civil terminou, o rei foi executado e Cromwell assumiu como Lorde Protetor.

Então, ele decidiu punir todos aqueles que apoiaram o rei. Foi para a Irlanda com um grande exército e sitiou Drogheda. A cidade caiu e as pessoas foram condenadas à morte. Cromwell também atacou Wexford.

O tratamento cruel que Cromwell deu àqueles que se renderam fez com que as pessoas na Irlanda vivessem com medo dele e de seu exército. Gradualmente, todas as cidades irlandesas se submeteram a Cromwell.

Após a vitória de Cromwell, enormes áreas de terra foram confiscadas, e os irlandeses foram banidos para outras terras. Esse movimento de um grande número de pessoas para fora de suas terras e a transferência dessas terras para os ingleses ficou conhecido como Colônia Cromwelliana.

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‘The Great Famine’: o período mais sombrio da história da Irlanda

O período de fome da Irlanda é um dos mais tristes e fez com que muitos irlandeses migrassem para outros países, principalmente para os Estados Unidos, fazendo com que hoje existam mais irlandeses fora da Irlanda do que nela.

Mais de um milhão de irlandeses morreram e mais de um milhão emigraram devido ao fracasso de sua principal safra, a batata, durante a fome que durou de 1845 a 1852.

‘The Great Famine’ ou ‘A grande fome’ teve início quando um organismo semelhante a um fungo chamado Phytophthora infestans se espalhou rapidamente por toda a Irlanda. A infestação arruinou metade da safra de batata naquele ano e cerca de três quartos da safra nos sete anos seguintes.

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Apesar de os líderes irlandeses pedirem auxílio à rainha Vitória e ao Parlamento, as mudanças implementadas não conseguiram compensar o problema crescente da praga.

Incapazes de produzir alimentos suficientes para seu próprio consumo e com os custos de outros suprimentos aumentando, milhares morreram de fome e centenas de milhares de doenças causadas pela desnutrição. Esse evento foi extremamente impactante na história da irlanda e a principal causa da diáspora irlandesa dos séculos 19 e 20.

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Easter Rising: um passo para a Independência

Centro de Dublin destruído após guerra entre rebeldes irlandeses e exército britânico. Foto: National Library of Ireland

Em 1916, no fim de semana da Páscoa, os Voluntários Irlandeses e o Exército de Cidadãos Irlandeses lançaram uma revolta, que representou o início da Independência da Irlanda. No dia 24 de abril, cerca de 2000 voluntários irlandeses e 200 homens do exército de cidadãos ocuparam o General Post Office (GPO) e outros prédios da cidade de Dublin.

Eles proclamaram a República da Irlanda, leram a Proclamação e hastearam a bandeira irlandesa pela primeira vez.

Apesar de os soldados britânicos terem sido pegos de surpresa e sofrerem muitas baixas, depois que os reforços chegaram da Inglaterra, o GPO e outros edifícios foram bombardeados. Após uma semana de luta, os líderes do levante se renderam.

Muitos civis morreram no fogo cruzado. As armas e os incêndios destruíram grande parte da cidade e o GPO estava em ruínas.

História da Independência da Irlanda

A Irlanda conquistou sua independência da Grã-Bretanha em 1922, exceto por seis condados da Irlanda do Norte que, hoje, ainda fazem parte do Reino Unido. Juntas, a República da Irlanda e a Irlanda do Norte constituem a Ilha Esmeralda. Mas nem sempre foi assim.

Desde que chegaram à ilha, os ingleses enfrentaram muitos conflitos, mas foi em 1919 que teve início a Guerra da Independência, contra as forças britânicas no país. O Exército Republicano Irlandês (IRA) lutou contra soldados britânicos e seus apoiadores, com o objetivo de expulsá-los de lá.

Em 1921, uma trégua foi convocada e as negociações do tratado ocorreram na cidade de Londres, entre líderes do Sinn Féin (partido político irlandês) e do governo britânico. Depois disso, foi assinado o Tratado Anglo-Irlandês, em 1922, concordando com a paz e estabelecendo um ‘Estado Livre’ irlandês.

Isso reconheceu o direito de a Irlanda ter seu próprio governo e encerrou oficialmente o domínio britânico ali, embora o monarca do Reino Unido ainda mantivesse alguma autoridade no Estado Livre.

O acordo também dividiu a Irlanda em duas, com uma fronteira recém-criada. A Irlanda do Norte era separada do Estado Livre. No entanto, nem todos ficaram felizes com esses novos acordos e outra guerra estourou na Irlanda — dessa vez, uma guerra civil com membros do Sinn Féin e do IRA, divididos entre aqueles que apoiaram o Tratado Anglo-Irlandês e aqueles contra ele.

A Guerra Civil Irlandesa durou de 1922 a 1923, sendo eventualmente vencida pelas forças do Estado Livre, apoiadas pelo Governo Britânico. Em 1937, o Estado Livre da Irlanda passou a ser conhecido como Éire, e as negociações levaram à remoção das ligações simbólicas entre o Estado Livre da Irlanda e o domínio britânico.

Mas o país não se tornou oficialmente uma república até 1949 — quando a República da Irlanda, tal como está hoje, foi estabelecida.

A Lei da República da Irlanda encerrou o status do país como domínio britânico, abolindo todas as funções do Rei em relação ao país e encerrando sua adesão à Comunidade Britânica.

O Acordo da Sexta-feira Santa

A Irlanda do Norte pertence ao Reino Unido, e a moeda é a Libra.© Daniel M. Cisilino | Dreamstime.com

A Irlanda do Norte pertence ao Reino Unido, e a moeda é a Libra. © Daniel M. Cisilino | Dreamstime.com

Apesar da independência e da divisão entre Irlanda e Irlanda do Norte, os embates entre os dois países seguiram até os anos 1990.

Por volta de 1920, a população da Irlanda do Norte foi dividida em duas: os sindicalistas ou legalistas, que defendem a permanência do país no Reino Unido; e os nacionalistas (ou republicanos), que queriam que a Irlanda do Norte fosse independente e se unisse à República da Irlanda.

A tensão entre os dois lados se tornou violenta a partir dos anos 1960, seguindo até os anos 1990, com muitos combates entre grupos armados de ambos os lados e muitas pessoas morreram.

Após décadas de conflitos e dois anos de extensa negociação, em 1998, foi assinado o Acordo de Belfast, mais conhecido por Acordo da Sexta-feira Santa, justamente porque foi assinado na sexta-feira.

Ele promoveu uma trégua entre os governos britânico e irlandês e os partidos políticos da Ilha, garantindo direitos e deveres das duas Irlandas em relação a diversos patamares sociais e políticos.

A ideia foi estabelecer um governo novo e descentralizado para a Irlanda do Norte, no qual sindicalistas e nacionalistas dividissem o poder.

O Acordo também constituiu que só a população poderia decidir se a Irlanda do Norte seguiria parte do Reino Unido ou se juntaria à República.

Por isso, foi acordado que não haveria mudança sem o consentimento da maioria. Isso é chamado de “princípio do consentimento”. Assim, a mudança poderá, no futuro, apenas ser decidida por meio de referendo.

Leia também: Qual a diferença entre Irlanda e Irlanda do Norte?

A história da Irlanda nos dias atuais

O sistema político irlandês é o parlamentarismo, formado pelo primeiro-ministro (Chefe de Governo), presidente (Chefe de Estado) e parlamento (Poder Legislativo do Congresso).

Diferentemente do Brasil, os irlandeses votam nos membros do Parlamento, que elegem o Primeiro-ministro (Taoiseach). Além de comandar o Executivo, ele é responsável por gerir as questões políticas e as decisões tomadas pelo governo.

Nesse modelo, o presidente tem poderes limitados e apresenta mais funções cerimoniais e diplomáticas.

O presidente Michael Higgins está no poder desde 2011 e é a imagem simbólica e sólida do governo. Muito sociável e divertido, ele ficou mundialmente conhecido pelo seu carisma, simplicidade e seus cachorros — mais conhecidos como Bród e Síoda.

Micheál Martin, líder do partido Fianna Fail, foi escolhido primeiro-ministro da Irlanda no dia 27 de junho deste ano e pôs fim ao demorado processo para a escolha do novo governo, iniciado em fevereiro, após eleições do país.

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Museus para conhecer a história da Irlanda

Se existe um lugar onde é possível entender melhor a construção e identidade de um país, esse lugar é um museu. Com a Irlanda não é diferente. São diversas instituições culturais que exploram toda a história da Ilha.

Selecionamos alguns deles para você conhecer quando for visitar a Irlanda:

EPIC The Irish Emigration Museum

O EPIC Museum é um dos principais museus de Dublin. Ele narra a jornada dos irlandeses além das fronteiras da Irlanda, por meio das histórias de emigrantes irlandeses que se tornaram cientistas, políticos, poetas, artistas, etc.

Popular, o museu é moderno e sempre recebe prêmios pela Irlanda ou pela Europa por conta da quantidade de visitantes que recebe anualmente.

Medieval Museum – Treasures of Medieval Waterford

O premiado Museu Medieval de Waterford leva os visitantes de volta “à grande era da fé e da cavalaria” e é uma homenagem à vida medieval.

As galerias do museu apresentam alguns dos grandes tesouros da Irlanda e da Europa medievais.

Dublinia

A história dos Vikings é contada em um dos museus mais frequentados de Dublin, o Dublinia — A Living History of Viking and Medieval Dublin. A visita ao local permite uma viagem no tempo para a era dos Vikings na Irlanda. O museu fica localizado no “coração da cidade velha de Christchurch”.

O Dublinia permite ao visitante caminhar por lugares onde os vikings caminharam, além de descobrir o passado da capital irlandesa por meio de recriações de cenas e personagens.

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Museus Nacionais da Irlanda

Existem três museus que fazem parte do Museu Nacional da Irlanda e que contam, por meio de exposições, a história da Irlanda.

O Decorative Arts & History (museu da história e arte decorativa) está localizado em um dos locais históricos mais impressionantes de Dublin, um quartel militar.

As artes decorativas englobam prata, cerâmica, vidro, móveis, roupas, joias e moedas, enquanto a coleção de história militar conta sobre o passado militar e revolucionário da Irlanda. A entrada é gratuita.

Os destaques da exposição incluem Soldiers and Chiefs, que traça a história militar da Irlanda de 1550 ao século 21, e Eileen Gray, explorando a vida e a obra da icônica designer do século 20. Ele fica localizado em Collins Barracks, Dublin 7.

O Archaeology Museum é voltado à arqueologia, tem coleções precisas da rica história da Irlanda. Com mais de dois milhões de peças, o museu é o repositório nacional de todos os artefatos arqueológicos encontrados na Irlanda. Ele fica localizado em Kildare Street, Dublin 2.

O Country Life — museu da vida no campo — tem galerias de exposições modernas que exploram o passado rural da Irlanda e um estilo de vida quase desaparecido. Os destaques da exposição incluem palha, feno e junco, explorando tradições de artesanato excepcionais e a vida na comunidade dos ancestrais rurais da Ilha. Ele fica localizado em Turlough Park, Castlebar, condado Mayo.

Alessandra Postali,

jornalista, formada pela UNIMEP, é criadora de conteúdo e copywriter desde 2017 e ainda se aventura nas áreas de fotografia e vídeo, com a sua produtora A&M Filmes. Já passou por diferentes países como Itália, Espanha, Albânia e Angola, desenvolvendo projetos com organizações de transformação social. Ama viajar e capturar as nuances de diferentes culturas, usando a comunicação como ferramenta para contar suas histórias.

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