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Manicure e depiladora na Irlanda? Você não ficará sem trabalho aqui

Carol Braziel postou em 08 abr 2016

Você trabalha como esteticista ou manicure no Brasil e está pensando em vir para a Ilha Esmeralda? Tenho uma boa notícia para você!

Existem, sim, boas oportunidades pra essa área aqui na Irlanda, e as irlandesas A-D-O-R-A-M o jeito brasileiro de fazer pé, mão e depilação. Ou seja, dependerá mais de você do que imagina pra conseguir se dar bem por aqui – e fazendo o que tanto gosta. Duvida? Conheça a história de algumas profissionais pra entender melhor como funciona…

Créditos: Shutterstock.

Créditos: Shutterstock.

Chegou e não sabe como divulgar seu trabalho?

Classificados no Facebook

Para quem não conhece, são grupos criados no Facebook, onde a comunidade brasileira se ajuda com divulgação de trabalho, itens para vender e respostas para dúvidas do dia a dia. Não tem erro, o classificados é o melhor amigo de quem precisa divulgar seu trabalho.

Créditos: Classificados Dublin.

Créditos: Classificados Dublin.

Boca a boca
Quer coisa melhor do que ser indicada por alguém e montar sua carteira de clientes na Irlanda? E, acredite, as irlandesas A-D-O-R-A-M o jeito brasileiro de fazer depilação, pé e mão, viu?!

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Créditos: Shutterstock.

A realidade das brasileiras que ganham bastante com isso

Lívia Bueno, 26 anos e há mais de 1 anos na Ilha Esmeralda.
“Comecei na faculdade de Estética e Cosmetologia, estudei por 6 meses a melhor técnica para depilar. Estética é uma profissão aceita no mundo todo, porém jamais imaginei que teria tanta procura em Dublin. Preparando minhas malas para embarcar na ilha, coloquei tudo que já tinha em casa, os aparelhos, um estoque de cera e cremes, até que pudesse encontrar lojas especializadas. Entre uma pesquisa e outra, encontrei o caminho. Com a ajuda dos classificados, comecei a divulgar meu trabalho,  fazendo da maneira mais correta, ganhei a confiança das minhas “florzinhas” e com a indicação delas, fui ganhando meu espaço.  Hoje vivo absolutamente disso, atendo a domicílio, atravesso Dublin inteira, faça chuva ou faça sol, atendo praticamente em todas as regiões com um preço justo, com aquele preço de estudante… meu ganho depende do meu esforço. É um trabalho cansativo, mas é feito com muito amor. Trabalhar com estética foi a profissão que escolhi pra vida e não uma opção para sair do sufoco durante o intercâmbio. Meu intercambio torna-se muito mais especial por poder aprender um novo idioma e acrescentar mais experiência na minha profissão.”

Créditos: Livia Bueno.

Créditos: Lívia Bueno.

Patricia Ferreira Correia, 28 anos, cabeleireira e manicure há 10 anos.
“Eu vim para a Irlanda para estudar inglês. Minha vontade não era trabalhar como cabeleireira e manicure aqui, pois como eu já faço isso há 10 anos. Gostaria de aproveitar esse tempo do intercâmbio para talvez ter uma nova profissão, tentar algo diferente, sabe?
Quando saí do Brasil, minha ideia era me dedicar aos estudos por completo nos 3 primeiros meses e depois, com um inglês já um pouco melhor, buscar um emprego. Mas já na semana que eu cheguei comecei a trabalhar! E, imagina só, com o que eu sempre trabalhei! rs
Meus flatmates começaram a pedir pra eu cortar o cabelo deles em casa, fazer as unhas… e aí o boca a boca correu, e logo eu já estava com muitos clientes! Boca a boca é a melhor propaganda, e isso não muda, seja no Brasil ou aqui. A indicação ainda é a melhor maneira de conseguir clientes. Meu nome ficou conhecido através do grupo Classificados Dublin no Facebook, e o dono do salão que eu trabalho me ligou e perguntou se eu gostaria de trabalhar pra ele. E eu aceitei.
Eu tive que me adaptar um pouco ao modo de trabalho aqui, sabe?! As clientes irlandesas não estão acostumadas a tirar cutícula. Para esmaltar também é um pouco diferente, pois a moda é o Shellac ou esmalte em gel. Mas as Irishs adoram o nosso trabalho! Nós mal começamos a fazer é elas já dizem “Oh, lovely!” Hahaha.  Isso é muito gratificante!
À respeito dos ganhos, sem dúvida nenhuma somos bem valorizadas aqui, e só pelo fato de recebermos em euro, já é melhor do que no Brasil, isso sem contar as gorjetas! Eu tive muita sorte. Meu patrão não se importa se eu quero viajar, basta avisar com antecedência! Em 6 meses já consegui conhecer Munique, Amsterdã, Bruxelas, Paris, Barcelona, e Liverpool.”

Créditos: Patricia Ferreira Correia.

Créditos: Patricia Ferreira Correia.

Você também trabalha nessa área e está vindo fazer um intercâmbio? Se prepare para trabalhar muito por aqui!

Revisado por Tarcísio Junior
Imagem da capa via Shutterstock
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Sobre o Autor


Carolina Braziel é formada em Relações Públicas e pós-graduada em MKT pela ESPM|Brasil. Com mais de seis anos de experiência em MKT, decidiu vivenciar o sonho de morar na Europa, mais precisamente na terra dos Leprechauns. Apaixonada incurável por viagens, tem como vício a leitura e pesquisa sobre destinos, curiosidades e roteiros de viagens pelo mundo.

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