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Dicas de Viagem

O que mudou para você depois do intercâmbio?

Carol Braziel postou em 07 fev 2017

A pergunta do título rodeia a cabeça de todo intercambista e de quem pretende se arriscar nessa aventura.

Afinal, a experiência de viver em outro país realmente faz diferença quando retornarmos ao Brasil? Conversamos com alguns intercambistas que já sentiram na pele todas as etapas e que nos contam se vale ou não a pena.

Flavio Batista, 34 anos e atualmente estudando para concurso público

Flávio Batista, 34 anos no Cliffs of Moher. Créditos: Arquivo pessoal.

Flávio Batista, 34 anos no Cliffs of Moher

“Pra mim o intercâmbio foi muito mais que aprimorar o Inglês. Ele teve uma importância fundamental de autoanálise, de desaceleração da vida que eu levava antes de chegar em Dublin. Hoje em dia, eu tenho bem mais certeza do que eu não quero mais para a minha vida. O intercâmbio me ajudou muito para apontar caminhos, alternativas para a vida que eu tinha. E isso está sendo muito importante nesta etapa da minha vida. O que se aprende num intercâmbio se leva para o restante da vida. Por mais que falemos isso, só vivendo a experiência para saber a dimensão dessa vivência.”

Ricardo Felippe, 31 anos e especialista em segurança da informação.

“O intercâmbio fez toda a diferença, principalmente no meu caso, que eu acabei me realocando em uma multinacional. O inglês era pré-requisito, e sem o intercambio eu não teria tido condições de aprender outro idioma de maneira tão rápida, além da experiência de morar fora, conhecer outros lugares e outras culturas. As boas empresas realmente buscam candidatos com esse tipo de experiência.”

Julia Loiola Degoman22 anos, auxiliar de importação e exportação.

Julia Loiola Degoman. Crédito: Arquivo pessoal.

Julia Loiola Degoman

“Em fevereiro de 2015 me despedi da Irlanda. Ela mudou meu coração, minha mente, abriu minha cabeça, mudou minha vida. Tornou-me forte. A minha vida na Ilha foi necessária pra me abrir oportunidades. Preparou-me pra esta nova fase da minha vida em que todos que buscamos um intercâmbio iremos passar. Fui uma menina, dependente, frágil e despreparada. Voltei a mesma menina, porém com uma armadura diferente pra lidar com a vida. A volta para o Brasil me trouxe pequenas frustrações e as pessoas podem até julgar dizendo que é falta de humildade por ter morado fora. Mas não fazer um intercâmbio te faz acreditar que podemos mais, que queremos mais e que a palavra “acomodado” será a última no seu vocabulário. Fazer um intercâmbio é realmente conhecer melhor a pessoa que você sempre achou que conhecia muito bem: você mesmo”.

 

Sobre o Autor


Carolina Braziel é formada em Relações Públicas e pós-graduada em MKT pela ESPM|Brasil. Com mais de seis anos de experiência em MKT, decidiu vivenciar o sonho de morar na Europa, mais precisamente na terra dos Leprechauns. Apaixonada incurável por viagens, tem como vício a leitura e pesquisa sobre destinos, curiosidades e roteiros de viagens pelo mundo.

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