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Pra Onde Ir

Pra Onde Ir! (A Jornada do Ano Novo) – Munique

postou em 04 fev 2009

Finalmente chegamos a terceira parada, desta vez voltando para um para um país por onde já havíamos passado, a Alemanha, mas na outra ocasião, Berlin.

Minha primeira idéia de Munique era “das cidades que vamos passar é a que menos me interessa”. Talvez porque já tinha ido para outra cidade na Alemanha, talvez fosse só porque a cidade não é conhecida por outra coisa a não ser pela Oktoberfest.

Como pegamos o trêm noturno chegamos bem cedo a cidade, tão cedo que nem havia amanhecido: 6 da manhã. Como tinhamos ticket da Inter Rail, resolvemos pegar um trêm para uma cidade próxima, e depois voltar, apenas para dormir duas horinhas a mais. Fomos para Augsburg, e voltamos no primeiro trêm, 20 minutos depois. Chegamos de volta a Munique as 8 e decidimos que passaríamos a noite por lá, para descansar apropriadamente. Tínhamos pesquisado previamente alguns possíveis albergues próximos a estação de trem. Ficamos no Wombat, 2 minutos da estação, ótimo, limpo, com um bar muito legal no subsolo e chuveiro, nosso principal desejo, sensacional.

No hostel descobrimos que haveria uma caminhada gratuita pela cidade as 11h. Como ainda era cerca de 9:30, decidimos dar uma volta na região e depois voltar para acompanhar a caminhada organizada pelo hostel.

O mapa indicava alguns pontos turísticos próximo ao hostel, mas não achamos nada de muito espetacular. Apenas a neve dava um clima e uma beleza diferente para o passeio.


Quando voltamos ao hostel tivemos uma grata surpresa, haviam muitas pessoas para acompanhar a caminhada, muitas mais do que imaginávamos. Logo no começo, a surpresa “desagradável”, caminhada turística era gratuita e paga pelo hostel, mas o guia “exigia” uma gorgeta e chegou a sugerir valor de €10. Ele parecia bom, acompanhamos os primeiros 10 minutos, mas logo desistimos, era muito falatório sobre assuntos não tão interessantes e pouca preocupação em ver de fato as coisas.

A nossa separação foi logo no primeiro ponto turístico, pelo qual ele estava passando direto sem que pudéssemos sequer tirar uma foto. Acho que fizemos as coisa certa… Karlsplatz e Karlsgate abaixo.

Seguimos por este portal (acima) que era um antigo divisor da cidade, e entramos em uma rua comercial que contava com algumas esculturas e decorações. Logo avistamos a igreja de St Michel. Magnifíca.


Continuamos até a Our Lady Cathedral (Catedral de Nossa Senhora), que por fora era bonita, mas por dentro, bem comum.


Chegamos a Marienplatz onde fica o New Munich Town Hall. Havia uma pequena multidão a torre, olhando para cima onde estava o relógio. Era quase meio dia e resolvemos esperar para ver o que estava acontecendo. Ao meio-dia os sinos tocam uma “música”, e os bonequinhos que ficam nas janelas andam. Nada espetacular, mas uma atração turística. A praça é muito bonita e movimentada.


Logo ao lado fica a Perterplatz, a qual, apesar do seu inúmeros prédios históricos (Old Town Hall, St. Peter Church e Holy Ghost Church) é bacana por conta dos seus mercadinhos de rua, seus açougues tradicionais onde você pode comer um sanduíche de mortadela.


Fizemos nosso roteiro daí para frente mirando o Surf Break. Vimos algumas coisas que estavam no mapa, nada muito diferente do que já tínhamos visto.


Chegamos a avenida do Surf Break. A avenida / parque são muito bonitos, mas o Surf Break não tem nada de impressionante, mas, é impressionante imaginar que alguém surfa naquele lugar. É um rio que tem uma “onda” que nunca acaba, e as pessoas surfam ali, no dia, ninguém estava surfando, talvez por causa do clima… surfar com -5 C não deve ser muito legal.


Os próximos destinos ficavam mais afastados e dependíamos do metrô e a estação mais próxima era a Lehel. Em frente, Convent Church of St Anna.


Chegamos, a um dos locais mais esperados por mim, fã incondicional de carros, o Museu da BMW (confesso que prefiro Mercedes-Benz, mas BMW me agrada também =o).

Já do lado de fora o museu é impressionante, a arquitetura é simplesmente sensacional. Dentro, existe a área aberta a visitação (gratuita) que já tem coisas interessantes para ver, mas a arquitetura realmente roubou a cena.


E quando se sai do outro lado, tem uma ponte que leva para outra parte do museu. De lá, a vista do prédio é ainda mais sensacional.

E o conjunto como um todo.


Na sequência / nas proximidades estava o Centro Olímpico, que tinha algumas contruções bonitas como o estádio, ginásio e as piscinas Olímpicas. Mas o que mais chamou a atenção das crianças (nós e crianças patinadoras) foi o “Olympic Sea”, por uma única razão: ele estava completamente congelado.

Na hora de voltar, perdemos muito tempo seguindo placas que não los levaram a nenhuma estação de metrô como prometiam. Pegamos um bonde e voltamos para o hostel. Encontramos um brasileiro que estava há 5 dias na cidade e estava maravilhado, apaixonado pelo lugar. Ele tinha 18 anos, mas aparentava, pelos seus jeitos e papos, 25 ou mais. Em partes graças a experiêcia sensacional de passar um tempo no exterior.

Fomos jantar com ele em um restaurante típico próximo ao hostel. Pagamos barato e comemos bem. Cerca de 9 euros para um belo prato + bebida no Augustiner Brau Munchen, cervejaria tradicional da cidade. Assim como outras coisas, os preços lá são bem razoáveis.

Conclusão!

Cara%#o, que cidade animal. Não sei o que ela tem, mas ela parece sensacional, é mais um caso de cidade com alma! O aperitivo de um dia foi realmente para quebrar minha idéia de que a cidade não tinha nada de muito especial fora o Oktoberfest. Os poucos papos que tivemos por lá foi possível descobrir que a noite de lá é super agitada e as pessoas tendem a ser abertas (experiencia ouvida, não vivida desta vez).

Foi uma pena passar só um dia na cidade, olhando o mapa turístico parecem ter ficado enúmeras coisas para trás, como museus (que não de quadros, mas de máquinas), edificações e parques. Se pudesse escolher agora, teria ficado 2 dias lá em vez de ter seguido para Zurique, que também é linda, mas, o motivo do desejo de trocar vocês vão saber só no próximo artigo sobre a Jornada do Ano Novo.

Sobre o Autor


Fundador e CEO do E-Dublin, Edu chegou na Irlanda em 2008, no ano pré-crise, pegou a nevasca de 2010 e comeu cérebro de cabra em Marrakesh. O Edu também é baterista da banda Irlandesa Medz.

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