Qual intercâmbio cabe no seu bolso? Quanto tempo e para onde?

Qual intercâmbio cabe no seu bolso? Quanto tempo e para onde?

Colaborador E-Dublin

1 mês atrás

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Fazer intercâmbio, investir em um período sabático, fazer um curso de especialização ou, mesmo, viajar apenas para ter contato com outras culturas. Quem já não se imaginou em, pelo menos, uma dessas situações?

Aí surgem as dúvidas:

  • Quando e como embarcar nessa viagem?
  • Deixo a aventura para quando terminar a faculdade?
  • Para quando as crianças estiverem mais crescidas?
  • Ou para quando aprender inglês ou qualquer outra língua for uma necessidade imediata?

Bom, para responder a essas perguntas, nem mesmo tendo uma bola de cristal, já que isso depende muito das necessidades e desejos de cada um. Mas, se há uma coisa que a gente pode fazer, é facilitar a sua vida, exibindo o leque de possibilidades para que o seu sonho possa se tornar realidade.

O “Qual intercâmbio cabe no seu bolso? Quanto tempo e pra onde?” — Versão 2019 vai mostrar as opções de cursos, de países e duração de cada um deles. Vamos nessa?

Os destinos para intercâmbio

Sim, eles são inúmeros e, antes mesmo de pensar em números, você precisa saber claramente qual país o seduz mais para uma experiência abroad.

O clima quente das praias australianas? A rica e bela história das ilhas maltesas? O sonho de circular pela Big Apple? Lançar-se em um intercâmbio na África do Sul com direito a Safari entre leões e girafas? Ou descobrir os 50 tons de verde e as belíssimas paisagens da Irlanda?

Como você mesmo pode observar, decidir o destino exigirá, antes de qualquer coisa, um processo seletivo criterioso.

Vale reservar um tempinho para avaliar o que é importante para você, suas motivações e o que você pretende usufruir durante a sua viagem de estudos.

O investimento do intercâmbio: tempo x necessidades

Foto: Shutterstock

Planejar o intercâmbio envolve diversos fatores. Foto: Shutterstock

Feito isso, você pode se perguntar: um ano? Preciso de tudo isso para aprender o inglês? E se eu não tiver esse tempo? Adormeço o meu sonho e me contento com as aulas de inglês da escola da esquina? É claro que não!

Atualmente, o mercado de intercâmbio nos permite um leque extenso de alternativas, que vão desde a questão do tempo, passando pelas necessidades pessoais ou profissionais e finalizando no bolso.

Já faz um tempo que o intercâmbio deixou de ser artigo de luxo e possível apenas para uma minoria. Cada vez mais cresce o interesse de brasileiros dispostos a melhorarem suas chances no mercado de trabalho.

Agora que você já tem esses dois importantes pontos em mente, vamos aos números e a alguns exemplos de programas. Para facilitar, pontuaremos aqui os diferentes períodos de cursos disponíveis, valores e onde encontrá-los.

Vou ali e já volto! Período de 1 mês

Essa opção se enquadra bem para aqueles com uma vida muito ocupada ou que dispõem apenas do período das férias. Pessoas que já tenham família ou, mesmo, os que estão presos a um trabalho que não lhes permite o afastamento por muito tempo.

Se você se vê em um desses casos, poderia pensar num curso de quatro semanas (um mês).  Claro que, nesse caso, ter um nível de inglês relativamente bom é recomendável, e o período de férias x curso de inglês seria apenas para dar aquele upgrade e ampliar a confiança no segundo idioma.

É um pacote para aqueles que costumam tirar férias no exterior, mas que pretendem, além de conhecer novas culturas, aproveitar para praticar o idioma e interagir mais efetivamente com os locais.

Seja qual for a limitação de tempo, sim, você pode fazer um intensivo de um mês no país de sua escolha. As opções e valores você confere logo abaixo.

OBS: Para sermos democráticos, optamos por apresentar duas colunas com valores. A primeira apenas com o valor do curso, e a segunda com sugestão de pacote, incluindo: Curso x Visto x Seguro Saúde x 4 semanas de acomodação + taxas do programa. Além dessas informações, todas as tabelas estão basicamente separadas por: país, cidade e nome da escola.

Vale lembrar, ainda, que valores referentes às passagens aéreas não constam nas tabelas. No entanto, citaremos uma sugestão de valores na planilha final, só para que você possa ter uma ideia básica sobre o montante adicional que deve ser levado em consideração antes de fechar a conta total de um programa de intercâmbio.

Valores informativos (em média), consulte a agência para mais detalhes.

Valores informativos (em média). Consulte a agência para mais detalhes.

Mais informações: Clique aqui para visualizar a tabela comparativa com mais detalhes, atualizada em tempo real.

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Let’s take a break! Período de 3 meses

Um mês parece pouco? Que tal três? Se considerarmos “tempo” como fator principal, é claro que três meses em contato direto com o idioma já garante um rendimento melhor do que apenas um, sem desespero e com mais flexibilidade.

Dependendo do seu destino, já dá para considerar, por exemplo, opções como mesclar os programas estudo x surf, estudo x aventura, estudos x fotografia, estudo x gastronomia e uma vasta lista de opções.

Esse tipo de intercâmbio tem crescido bastante, principalmente para aqueles que atuam num determinado setor e querem aprimorar o inglês com o intuito de ampliar as oportunidades.

Muitos profissionais conseguem negociar com o chefe a ausência de 90 dias investindo num curso de línguas + alguma atividade ligada à sua área de atuação. Outros aproveitam uma demissão para se aventurar em outro país, estudar o idioma local e aprender uma nova profissão.

Esse, aliás, é o exemplo da Maira Soares, que, após onze anos trabalhando como assistente de cozinha, descobriu seu talento para a fotografia.

“Fui demitida após um corte na empresa. Então, como não tinha um plano B e podia contar com o seguro desemprego por alguns meses, acabei aproveitando a deixa para aprimorar meu inglês e aprender algo novo. Na brincadeira, além de melhorar muito no idioma, voltei para o Brasil com um certificado de fotografia na mala e hoje sou fotógrafa profissional!”

Mas esses são apenas alguns exemplos do que 90 dias intensos podem fazer por você. Mas vamos ao que interessa: os destinos e seus valores.

Valores informativos (em média), consulte a agência para mais detalhes.

Valores informativos (em média). Consulte a agência para mais detalhes.

Mais informações: Clique aqui para visualizar a tabela comparativa com mais detalhes, atualizada em tempo real.

É hora de investir em você! Período acima de 6 meses de intercâmbio

Quando a Glória Maria, jornalista do Globo Repórter, abriu mão de toda a visibilidade que o programa lhe proporcionava e disse: “estou indo para um período sabático”, muita gente pensou: “quem dera eu pudesse fazer o mesmo”. E você pode! Claro que, nesse caso, exige-se um plano de ação muito mais estruturado, pois, como o tempo é maior, muita coisa pode acontecer.

Com a Glória Maria, em um ano, houve a adoção de duas crianças, um aprendizado pessoal, que ela diz ter sido superimportante, e um novo direcionamento na carreira. Para você, não será diferente.

Sendo o programa acima de 6 meses o mais efetivo, por conta da grande vantagem do tempo, ele é indicado para todos os tipos de necessidades — desde quem tem o inglês muito básico àqueles que estão à procura de um aprimoramento em níveis mais avançados do idioma. Outra grande vantagem é que mais tempo dá oportunidades de usufruir o aprendizado sem grande correria.

No quesito bolso, a diferença de preços entre um programa de período menor e um de um ano é ainda mais estimuladora. Mas, claro, você precisa primeiramente da disponibilidade de tempo.

Para destinos como a Irlanda, o intercâmbio de 8 meses é um dos mais populares, principalmente pelo fato de haver permissão de trabalho durante o intercâmbio (período integral entre os meses de maio a agosto e entre 15 de dezembro e 15 de janeiro; e meio período no restante do tempo).

O fator imersão também não pode ser ignorado: quase um ano morando em um país alheio é tempo suficiente para a maioria das pessoas se sentir um local, além de aprender a língua e não apenas repeti-la — é uma experiência mais aprofundada. Mas quanto custa essa brincadeira? Vamos a eles: os valores.

Valores informativos (em média), consulte a agência para mais detalhes.

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Mais informações: Clique aqui para visualizar a tabela comparativa com mais detalhes, atualizada em tempo real.

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Investimentos extras

E, para fechar com chave de ouro, na planilha abaixo você também terá valores estimados de investimentos extras como: passagem aérea, custo do visto e exigências governamentais relacionadas ao valor para se entrar no país.

Valores informativos (em média), consulte a agência ou a companhia aérea para mais detalhes.

Valores informativos (em média). Consulte a agência ou a companhia aérea para mais detalhes.

Mais informações: Clique aqui para visualizar a tabela comparativa com mais detalhes, atualizada em tempo real.

Dito tudo isso, vale considerar, ainda, que mais do que tempo, investimento e tipo de curso, você deve, primeiramente, alimentar as suas motivações para embarcar numa experiência fora de casa.

Pesquise muito, veja a opinião de quem já foi, informe-se, leia e releia fóruns, sites, grupos do Facebook e descubra qual destino tem mais a sua cara, onde você poderá usufruir melhor da cultura local e, claro, o impacto que a experiência trará para a sua vida profissional e pessoal.

Na hora de escolher o destino do intercâmbio, é importante, ainda, analisar questões ligadas a vistos, possibilidade de trabalho legal, custo de vida, conexões profissionais quando da sua volta ao Brasil, e também as exigências necessárias para estudantes brasileiros entrarem em cada país.

Com este post, você consegue ter uma ideia melhor do tamanho do seu sonho. É começar a fazer aquela poupança e pensar na experiência no exterior como investimento. Quem faz não se arrepende, tanto no quesito profissional quanto no pessoal.

O processo de perdas e ganhos quase sempre tende para o saldo positivo, principalmente porque, ao voltarmos para o Brasil, certamente haverá um mercado carente de um profissional plural e com uma perspectiva mais abrangente de mundo.

Afinal, já que deixamos de ser um país de terceiro mundo para a categoria de emergentes, é preciso seguir o fluxo e buscar por melhores oportunidades profissionais.

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Última atualização em maio/2019
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