Custo de vida na Irlanda: descubra quanto custa viver em Dublin (2020)

Custo de vida na Irlanda: descubra quanto custa viver em Dublin (2020)

Colaborador E-Dublin

3 meses atrás

Quanto custa um intercâmbio?

Não vendemos pacotes e nem somos agência,
mas podemos te colocar em contato com elas.

Essa é uma pergunta que não quer calar e que está no topo da lista de questionamentos dos futuros intercambistas da Irlanda: qual o custo de vida na Irlanda?

É uma preocupação que se inicia junto ao planejamento e continua mesmo após chegar à Ilha, já que o custo de vida está diretamente relacionado ao fato de morar fora do país.

Entre os principais motivos de saber realmente quais os gastos durante o intercâmbio, temos por principais os seguintes casos: o primeiro é calcular a quantia financeira necessária para conseguir se manter (pagar todas as contas e viver; afinal, ninguém é de ferro) até conseguir o tão sonhado emprego no novo país.

O segundo, saber se, depois de conquistar uma vaga no mercado irlandês, o salário será suficiente para uma vida no mínimo confortável, contando com as tão sonhadas viagens.

Leia também: Intercâmbio na Irlanda para estudar, trabalhar e viajar em 2020

Quais são os principais gastos de um intercambista na Irlanda?

Você sabe quanto vai precisar desembolsar a cada mês para viver na Irlanda?  © Vvoevale | Dreamstime.com

As despesas mensais de um estudante para encarar a vida na Irlanda são, basicamente: aluguel, supermercado e as demais contas, como energia elétrica e, em alguns casos, gás (que costumam ser bimestrais), taxa de lixo, celular, internet, água (a cada três meses) e uma verba para lazer (pubs, baladas, museus, viagens, etc.).

Precisamos ter em mente que o salário mínimo na Irlanda é um dos maiores da Europa, são 10,10 euros pagos por hora (valor atualizado em 2020). Mas será que o custo de vida compensa? Será que dá para viver com um salário mensal de meio período?

Vamos desvendar, na real, quanto você vai gastar com cada necessidade básica ao morar na Irlanda durante o seu intercâmbio. Saiba qual é a situação atual do aluguel na Ilha, quanto custa uma compra de supermercado, o preço dos meios de transporte oferecidos e das companhias telefônicas do país, entre outros gastos.

De forma geral, os principais custos do estudante durante o intercâmbio na Irlanda são:

  • Aluguel
  • Contas (energia, lixo, gás)
  • Transporte
  • Internet (celular)
  • Compras de supermercado

Começando pelo maior deles, um dos maiores inimigos de quem vem passar uma temporada na Irlanda, de quem vem tentar a vida aqui e dos próprios irlandeses…

Qual o valor do aluguel na Irlanda?

A notícia ruim é que já faz um bom tempo que a Irlanda vem passando por uma crise imobiliária que faz o preço do aluguel ir às alturas. Os landlords pedem valores que beiram o absurdo, e a condição de vida oferecida nas propriedades não condiz com a fortuna cobrada.

O site Daft.ie, um dos mais utilizados na busca por uma acomodação aqui na Ilha, divulgou que o preço médio do aluguel na Irlanda atualmente é de 1.403 euros. Já na capital Dublin, os números assustam ainda mais: 2.044 euros.

Mas é claro que estamos falando de casas ou apartamentos inteiros, e não o apenas o cômodo, ou a cama, como é o caso da grande maioria dos intercambistas. Quem vem de fora estudar na Irlanda deve estar preparado para dividir o ambiente com mais pessoas.

A média do aluguel de um quarto compartilhado em Dublin, de acordo com pesquisa feita nos grupos de Facebook destinados a passar notícias sobre vagas de acomodação, varia entre 350 e 400 euros.

A dica é explorar bastante essas comunidades, conhecidas como “Classificados Dublin”, até encontrar aquela que mais chega perto das suas expectativas e do seu orçamento.

Leia também: Aluguel na Irlanda: onde é mais barato?

Talvez esse seja o maior desafio dos recém-chegados. Inclusive, a recomendação é sempre trazer um pouco mais do que os 3 mil euros exigidos pela imigração para não passar perrengue, caso seja necessário prolongar mais a estadia na acomodação temporária até encontrar um lar definitivo para se estabelecer.

Quem não abre mão da qualidade de vida e ainda deseja pagar um pouco menos por mês no aluguel, o conselho é tentar achar uma casa mais distante do centro. Você provavelmente terá que gastar um pouco a mais com transporte, mas talvez compartilhe o ambiente com menos pessoas e ainda economize alguns euros.

Supermercado custa caro na Irlanda?

Agora você pode respirar um pouco. Isso porque o poder de compra aqui é um ponto positivo. As principais redes de supermercado aqui são: Tesco, Lidl, Aldi e Supervalu. Elas oferecem tudo que você precisa para garantir o menu da semana sem precisar desembolsar uma grana.

O Tesco tem uma linha própria de produtos que são, na maioria das vezes, bem abaixo da média de preço das grandes marcas. Mas os outros não ficam para trás. Descontos são oferecidos diariamente, basta ficar sempre de olho nas redes sociais e visitar os mercados com certa frequência.

Confira alguns preços atualizados em 2020:

  • Litro de leite: €0,75
  • Pão de forma: €0,69
  • Queijo (250 g): €1,10
  • Pizza congelada (pepperoni): €0,61
  • Carne moída (600 g): €5,00
  • Ovos (dúzia): €1,99
  • Macarrão (1 kg): €0,94
  • Arroz (1 kg): €0,99

Transporte: quanto custa andar de ônibus e trem em Dublin?

Saiba quanto você vai gastar com o transporte público em Dublin. Imagem: Dreamstime

Em Dublin, é muito comum, principalmente no início do intercâmbio, andar bastante. Andar muito mesmo. Não é difícil ouvir intercambistas dizendo o quanto emagreceram nos primeiros meses só perambulando pela cidade. O primeiro motivo é explorar, se perder por aí e turistar. Mas, certamente, outro grande fator é o preço das passagens.

O valor do transporte público em Dublin é bem salgado, mesmo com o Leap Card, o cartão de estudante que oferece grandes descontos. Na capital, podemos optar pelo serviço do Dublin Bus, a principal e mais utilizada forma de locomoção pública; o Luas, uma espécie de trenzinho de baixa velocidade que circula em algumas regiões da capital; e o Dart, a linha férrea que corre pela costa de Dublin ligando a região sul à região norte.

A tarifa do Dublin Bus é cobrada de acordo com o trajeto percorrido, isso significa que você paga valores diferentes dependendo do ponto onde vai descer. Você vai pagar, no mínimo, 2,15 euros para viajar, podendo chegar até 3,30 euros.

Com o Leap Card, a tarifa cai, e o máximo que você vai gastar com o cartão por dia é o valor de 5 euros. Você ainda pode fazer a recarga de 20 euros semanais e usar o serviço quantas vezes quiser.

Uma passagem de Luas pode chegar, no máximo, a 2,40 euros, lembrando que a passagem deve ser adquirida antes. Se você for utilizar o Leap Card, não se esqueça de bater o cartão nas maquininhas espalhadas na estação e também depois de desembarcar.

O Dart funciona da mesma maneira, mas os preços são bem mais salgados, podendo chegar até 6,20 euros somente a ida, caso você percorra as 6 Zonas. O Leap Card também ajuda a economizar alguns eurinhos, caso o Dart seja indispensável para você. A tarifa máxima cai para 4,20 euros e, recarregando 27  euros por semana, você utiliza o serviço de forma ilimitada. Mesmo assim, é um gasto significativo na hora de fechar os gastos mensais.

Lembrando que aqui em Dublin é muito comum o uso de bicicletas. A cidade é preparada para os ciclistas e, ainda, tem o famoso Dublin Bikes. As bicicletas espalhadas por diversos pontos da capital podem e são vastamente utilizadas por nativos e estrangeiros. Além disso, o valor é bem atrativo: pagando 25 euros por ano você adquire um cartão que dá livre acesso às bikes. Basta ter a sorte de pegar uma esperando por você e sair pedalando.

Telefonia: usar celular é caro na Irlanda?

Saiba quais as empresas de telefonia móvel disponíveis na Irlanda. © Piotr Swat | Dreamstime.com

Ao desembarcar na Ilha, uma das primeiras aquisições de qualquer estudante internacional é o chip de celular. A Irlanda tem diversas opções de telefonia móvel, com diferentes planos e serviços de acordo com suas necessidades.

As principais empresas são: Lyca, Three, Tesco Mobile, Vodafone e Eir

Uma das mais queridinhas entre os intercambistas é a Three. Fazendo uma recarga (Top-up) de 20 euros a cada 28 dias, o cliente tem internet 4G ilimitada.

Se manter conectado é fundamental quando se está em outro país. Você vai se perder bastante no início e o GPS vai ser um dos seus melhores amigos. Além disso, é a forma mais acessível de matar a saudade dos amigos e familiares fazendo a famosa chamada de vídeo, que, faz tempo, substituiu as ligações de áudio tradicionais.

Leia também: Qual a melhor operadora de celular na Irlanda?

A dica é ir às lojas físicas de cada empresa, conversar com os atendentes, praticar o inglês e descobrir qual delas tem mais a ver com seu objetivo. Você prioriza uma internet veloz? Ou ligações para a Irlanda? Prefere pré-pago ou planos? Os profissionais vão ajudar a encontrar aquele pacote perfeito para você. Não deixe de comparar e pesquisar bastante.

Dá pra viver com o salário de meio período?


Fomos até um dos canais mais populares entre os intercambistas no Facebook para perguntar: é possível se virar com €700 por mês?

As respostas foram as mais variadas possíveis, mas a grande maioria disse que SIM, é possível — abaixo vamos contar mais sobre o que o pessoal nos revelou. Vale lembrar aqui que não estamos falando de luxo, conforto e mordomia, mas sim ter grana para pagar as contas e, no final, ter uma sobra, mesmo que pequena, para se divertir.

Tudo vai depender de como você vai gerenciar a sua verba. E não podemos esquecer que, apesar de aparecer nas listas de países com menor custo de vida, a Irlanda é um país caro em muitos aspectos, principalmente se comparado a outros lugares da Europa. Comer fora em restaurantes e beber todos os finais de semana nos bares são artigos de luxo para a maioria dos estudantes.

Leia também: Quanto o trabalhador paga de impostos na Irlanda – 2020

Dividir a casa com mais pessoas, o quarto, a cama, morar na sala… tudo acaba saindo mais barato. Estabelecer regras referentes às contas da casa também ajuda. Não é sempre que conforto e economia caminham juntos, mas é possível equilibrar para viver da melhor forma durante o intercâmbio.

O importante é: se você tem um objetivo, tente sempre focar no que é melhor para você. Você vai encontrar gente que trabalha mais e, consequentemente, gasta mais, assim como gente que tem apenas o essencial para sobreviver.

Um dos depoimentos que recebemos foi do Thiago Dutra, que mora em Dublin há quase 1 ano e trabalha as 20 horas permitidas em uma agência de empregos. Thiago fez um levantamento dos gastos fixos que tem: €337,50 de aluguel, €25 por mês de energia (uma média que pode variar), €11 de Internet, €100 de supermercado e cerca de €80 em transporte. O total é de €553,50 só de contas fixas.

“Ou seja, €147 restam para sair, viajar e demais despesas que possam surgir, tendo em vista que beber por aqui não é nada barato”.

Thiago Dutra é redator publicitário e está na Irlanda a quase 1 ano

Thiago Dutra é redator publicitário e está na Irlanda há quase 1 ano. Foto: Arquivo pessoal

Thiago possui uma carreira no Brasil e disse que decidiu voltar porque considera o dinheiro que recebe muito contado. Sim, como falamos, dá para ter uma vida na Irlanda, mas sem muitas regalias.

A experiência é muito válida, mas para quem pretende construir uma carreira e uma vida na Irlanda, é preciso sair da zona de conforto e buscar trabalhos que não sejam os chamados “subempregos”. Mas aí vêm alguns empecilhos: o passaporte, a qualificação, o inglês, etc.

Depois de algum tempo, com um pouco de dedicação, o inglês evolui e as oportunidades de emprego também podem ser melhores. Nada é conquistado sem o mínimo de esforço, já que você está em um país de língua estrangeira, com uma cultura totalmente diferente. Busque descobrir o que pode ser um diferencial para crescer no mercado de trabalho.

Leia também: Intercâmbio: 5 altos e baixos que você vai vivenciar

Para Gabriel Inácio, é possível viver com essa verba, mas ele conta que o salário é só para o sustento dele na Irlanda. “Como trabalho aos finais de semana, eu já não saio mais como costumava sair, fato que fez meus gastos caírem consideravelmente. Meu aluguel é de € 375 por mês, mais € 8 de Internet e aproximadamente € 50 de luz a cada dois meses. Pago um aluguel caro, mas esse é o preço para viver em um lugar confortável e bem localizado.

O pouco dinheiro que sobra tenho juntado para viajar. Geralmente, sobra algo em torno de € 100 para o mês seguinte. Como não podemos trabalhar mais de 20 horas semanais, a ordem aqui em casa é economizar energia.” Ele também recomendou as tradicionais house parties, que são as festas em casa, com uma cervejinha mais barata que sempre conseguimos encontrar nos mercados.

Gabriel mora em Dublin a quase 1 ano e pretende ficar mais tempo. Foto: Arquivo pessoal.

Gabriel mora em Dublin há quase 1 ano e pretende ficar mais tempo. Foto: Arquivo pessoal.

Como controlar os gastos?

Antes mesmo de vir para Dublin eu já saí procurando diversas planilhas para me adaptar ao fato de viver com o dinheiro controlado, e isso deu muito certo para mim! Comecei a fazer isso já no Brasil, alguns meses antes, para ir me habituando a sempre registrar todos os gastos.

Enquanto os meus amigos gastaram os 3 mil euros nos dois primeiros meses de vida na Irlanda, eu consegui o meu primeiro emprego no 4º mês que estava em Dublin e ainda tinha mais da metade do dinheiro que havia trazido, pois sabia exatamente o quanto eu podia gastar. E, no final das contas, isso ajudou muito na verba que eu tive para viajar.

Leia também: Como juntar dinheiro para o intercâmbio? E quanto?

Um dos nossos entrevistados, Cesar Garcia, sugeriu um aplicativo para registrar tudo e não se perder com as finanças, chamado Monefy. É possível conectar o aplicativo em vários dispositivos. No caso de César, ele e a esposa instalaram no celular e todos os gastos são registrados pelos dois e atualizados em ambos os mobiles. Porém, o aplicativo só está disponível para Android.

Resumo da ópera

O E-Dublin perguntou a 30 estudantes brasileiros se é possível viver com 700 euros por mês:

  • 20 responderam que sim, é possível se você controlar os gastos e economizar;
  • 10 responderam que não, é preciso mais de 700 euros por mês para se manter.

Ter disciplina e segurar a onda não é fácil quando se está vivendo em um país totalmente diferente. Logo nos primeiros dias temos vontade de experimentar tudo, desde as comidas na rua, as guloseimas no supermercado até as dezenas de cervejas diferentes nos pubs (agora, falo por experiência própria!). Faça as contas e prepare sua planilha desde já, para aproveitar seu intercâmbio da melhor maneira possível e não ficar sem dinheiro antes da hora!

Você conhece Dublin, Irlanda?

Fundada pelos vikings há mais de 1000 anos, Dublin, na Irlanda, está entre as cidades mais antigas da Europa e chegou a ser parte do Império Romano. A antiga cidade de Dubh Linn, que em gaélico significa “lago negro”, leva esse nome devido ao encontro entre os rios Liffey e Poddle, que formavam um poço escuro e profundo na parte traseira do Dublin Castle (D2), onde hoje existe um belo jardim.

Depois de invadirem e saquearem boa parte das riquezas da região, por volta do ano de 841, os vikings passaram a se tornar comerciantes e artesãos, e é desse período que há os primeiros registros da capital, por exemplo, a Christ Church (Catedral da Santíssima Trindade, D8), considerado o esboço do centro de Dublin, de acordo com estudos arqueológicos realizados na região. Desse estudo, consta que cerca de 200 casas foram construídas durante os séculos 10 e 11.

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Assim, até o fim do século 12, conforme a miscigenação entre vikings e irlandeses aumentou, há registros de novas formações, como o Dublin Castle, além dos muros que cercavam a cidade — construções que permanecem até hoje.

Com o crescimento da população, a partir do século 14 até meados do século 15, a cidade expandiu ‘além-muros’ e estima-se que a população chegou a 10 mil pessoas. Dessa época, é possível conhecer regiões como a Thomas Street e a St. Patrick’s Cathedral, do padroeiro da cidade (D8) — fortemente atacada, naquela época, pelos escoceses, que chegaram a atear fogo por aquelas bandas, quando grandes construções foram destruídas.

A população começa a crescer a partir do século 14. Dessa época, é possível conhecer a catedral St. Patrick’s.© Bongkochrut Rojanatreekoon | Dreamstime.com

A população começa a crescer a partir do século 14. Dessa época, é possível conhecer a catedral St. Patrick’s.© Bongkochrut Rojanatreekoon | Dreamstime.com

Vítima de ataques, invasões, fome e peste negra, Dublin sofreu por décadas até voltar a se recuperar plenamente a partir do século 16, já incorporada pela coroa britânica desde os anos de 1400.

Foi nesse período de retomada, em meados do século 16, que surgiu a tradicionalíssima Trinity College (D2), uma das mais antigas universidades criadas pelo império britânico e a mais antiga da Irlanda. Essa época também é marcada pela adesão ao protestantismo — religião dos ingleses.

Arquitetura e atualidade de Dublin, Irlanda

Grandes construções do período, como a St. Patrick’s Cathedral, a Christ Church e a St. Audoen’s Church (D8), criadas no século 18 (ano de reconstrução do Dublin Castle, que mantém duas das suas clássicas torres), podem ser vistas até hoje e marcam o estilo arquitetônico irlandês.

Christ Church Cathedral marcam o estilo arquitetônico irlandês.© Madrugadaverde | Dreamstime.com

Christ Church Cathedral marcam o estilo arquitetônico irlandês. © Madrugadaverde | Dreamstime.com

Para conhecer mais sobre a história irlandesa vale visitar o Dublinia, uma experiência viking e medieval repleta de interatividade e, até mesmo, intervenções artísticas que remontam à civilização daquela época.

Dublin, a capital da Irlanda, hoje é o destino mais procurado pelos brasileiros que desejam estudar na Ilha. Com aproximadamente 1,3 milhões de habitantes, Dublin é a área mais urbanizada e turística do país.

É lá onde está localizada a fábrica da Guiness, a cerveja mais tradicional do país, o Temple Bar, um dos pubs mais icônicos, o Dublin Castle, entre tantos outros pontos imperdíveis. Se você vem de cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, entre outras, Dublin é o mais próximo de “cidade grande” que você vai encontrar na Irlanda.

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