Universidade irlandesa estuda como ressaca afeta o cérebro

Universidade irlandesa estuda como ressaca afeta o cérebro

Rubinho Vitti

5 dias atrás

Pesquisadores da Universidade de Ulster conduziram um estudo em um pub irlandês para determinar como a ressaca do álcool afeta a memória e o estado de alerta no cérebro. Para isso, os estudiosos foram até um pub para entender melhor como funciona uma boa ressaca.

Efeitos da ressaca sobre as pessoas estão na falta de atenção e foco. Foto: Pxhere

O estudo, conduzido por Lydia Devenney, psicóloga do PhD, e publicado na Addictive Behaviors, buscou medir como o álcool prejudica o humor, a cognição e o estado de alerta dos adultos que bebem.

Segundo o Irish Central, que divulgou o estudo, os pesquisadores selecionaram um pub anônimo em uma cidade na Irlanda com uma população de 6.839 pessoas. Nas horas que antecederam a abertura do pub, eles recrutaram 45 participantes, que se ofereceram para uma série de testes em um dia, depois de uma noite de bebedeira, e em outro dia, em que não ficariam de ressaca.

Os participantes foram 25 homens e 20 mulheres com idades entre 19 e 60 anos. Na noite anterior ao dia do teste de ressaca, os participantes consumiram uma média de 15,4 unidades de álcool em UK (cerca de 10ml cada).

Voltando no dia seguinte em um estado de ressaca, eles participaram de seis testes projetados para medir a cognição, raciocínio espacial, retenção e velocidade de reação. Eles também classificaram seus humores usando uma escala. Dentro de 10 dias após os testes de ressaca, eles retornaram em um dia sóbrio para completar os testes novamente.

Deveney observou que as descobertas gerais de quão intensamente a ressaca afeta cognição e humor são motivo de preocupação, considerando que a maioria dos trabalhos que dependem da confiabilidade humana, como plataformas de petróleo e gás, proíbem o consumo de álcool durante as horas de trabalho, mas não têm regras sobre trabalhar de ressaca.

Rubinho Vitti
Rubinho Vitti, Jornalista de Piracicaba, SP, vive em Dublin desde outubro de 2017. Foi editor e repórter nas áreas de cultura e entretenimento. Também é músico, canceriano e apaixonado por arte e cultura pop.

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