Você sabia? Programa Erasmus para não europeus

Você sabia? Programa Erasmus para não europeus

Elaine Wzorek

1 mês atrás

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Erasmus para estudantes brasileiros na Europa. Como se candidatar, visto, requisitos e lista de universidades.

Já pensou em fazer um mestrado ou mesmo um doutorado na Europa? Quem nunca pensou, não é? E quem nunca desistiu (ou quase) por julgar muito caro?

Que tal seria fazer isso sem custo algum? Como? Calma, que o E-Dublin vai te contar já, já!

 FETAC tem o objetivo de preparar o profissional para o mercado de trabalho. © Vadimgozhda | Dreamstime.com

Bolsas de estudos na Europa pelo Erasmus+ também para brasileiros. © Vadimgozhda | Dreamstime.com

O responsável por essa maravilha é o Erasmus. O nome é inspirado no filósofo holandês Desiderius Erasmus  e quer dizer EuRopean Community Action Scheme for the Mobility of University Students. Todavia, o que você precisa mesmo saber é que o Erasmus é um programa de intercâmbio criado e financiado pela União Europeia, voltado para estudantes do Ensino Superior, e que oferece bolsas integrais para estudar em outros países.

O Erasmus tem quase  três décadas, mas foi aberto a não europeus em 2004, através do Erasmus Mundus. O programa oferece bolsas a estudantes do mundo todo que queiram se aperfeiçoar na Europa.

O mineiro Bruno Rodrigues, formado em física, cursou o mestrado pelo Erasmus na área de simulação computacional em 2008. Durante os primeiros seis meses estudou na França e no segundo semestre desenvolveu o projeto de pesquisa na Holanda, orientado por um renomado pesquisador da área.

“O processo de seleção foi baseado em análise de CV, carta de recomendação e prova de proficiência de inglês. Foi concorrido e eu não estava com muitas esperanças, dado o peso das universidades envolvidas”, confessa Bruno. A bolsa foi suficiente para cobrir todos os custos do estudante durante o ano em que ele esteve fora. “O mais marcante foi conhecer o ritmo de trabalho dos pesquisadores de alto desempenho e o que eu posso fazer para me tornar um deles”, acrescenta o estudante.

O Erasmus + se divide em duas linhas de ação

Foto: Shutterstock

Erasmus+ inclui estudantes não europeus para programas de mestrado e doutorado. Foto: Shutterstock

1 – Bolsas para mestrados e doutorados plenos oferecidas em conjunto por duas ou mais universidades europeias. Confira a lista dos 138 Erasmus Mundus Masters Courses.

2 – Parcerias com instituições de ensino (inclusive brasileiras) que oferecem bolsas para mobilidade em todos os níveis acadêmicos – da graduação ao pós-doutorado – tanto para docentes quanto discentes. A prioridade é dos estudantes das universidades parceiras, mas alunos de outras instituições também podem participar.

Para a professora Eliane Campos, ex-aluna da Unicamp, a experiência durou dois anos. Ela fez o curso Culturas Literárias Europeias e estudou um ano em Mulhouse, na França, e um ano em Bologna, na Itália. A vivência acadêmica no exterior proporcionou a ela uma visão diferente do Brasil: “Acho que fazer mestrado fora foi importante para eu valorizar mais o Brasil e reconhecer que temos bons intelectuais e pensadores também. Decidi que quero me manter aqui, apesar das dificuldades todas que eu possa vir a enfrentar profissionalmente. Antes não tinha essa maturidade e nem esse desejo tão claros.”

Fique de olho no site do Erasmus + e descubra se há alguma oportunidade para você, afinal, as inscrições já começaram. O programa promete ampliar a oferta de bolsas a partir deste ano. Não perca essa chance!

Elaine Wzorek
Elaine Wzorek, Co-fundadora do portal Reinventa Jornalista, brasileira, formada pela Universidade Tuiuti do Paraná, ex-repórter do E-Dublin TV. Em 2011, deixou o Brasil para aperfeiçoar o inglês e realizar mais um sonho: conhecer a Europa. O intercâmbio, em Dublin, deveria durar 6 meses, mas se estendeu por dois anos e mudou sua forma de ver a vida e a profissão.

Imagens via Dreamstime
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